quinta-feira, 30 de março de 2017

E como se não bastasse

Ser de Capricórnio pirou com a paineira em flor da pista de atletismo na terça-feira.
Ser de Capricórnio hoje foi com uma pochete pra levar o celular e fotografar as flores da paineira.
E aí pôde fotografar a Lua entre as palmeiras depois do treino.
Ser de Capricórnio ainda nem terminou os lírios e já está delirando com as paineiras. Ser de Capricórnio na real começou a delirar com as paineiras antes de começar os lírios.
Haja corpo.
Haja tinta.




Agora ela vive do jeito que gosta

Uma imagem vale mais que mil palavras, né non? Pois então. Depois do treino. Antes do banho.
Esfuziante.
Faltam-me adjetivos. Faltam porra nenhuma, só não tô afim de detalhar.
Mas tô feliz no máximo.
Saltitando na cara da sociedade. Nas caras feias, quero dizer. Como disse Ludmilla:
"Faz carinha feia quando passa do meu lado
Ainda por cima baba, me olhando de cima a baixo"
Autenticamente falando.
Rindo, rindo, rindo. Porque tudo é lindo, tudo é divino maravilhoso.


E o treino de hoje? Ah, o treino de hoje foi melhor que os anteriores.
Só melhora. E a felicidade treinando só aumenta.
Brisada.
Embrasada.
Ao mesmo tempo.



quarta-feira, 29 de março de 2017

Vish, aff, putz, nossa

Treino gostoso na Redenção. Hoje com a presença do Laírton, que eu não via há anos. Alegria. Leveza. No astral, né? Porque o corpinho... Vish, aff, putz, nossa. (Pirei com a música de PPA e Lucas Lucco, hahaha.) Pesaaaaaada. Cansaaaaaaada.
Um dia após o outro. Indo muito de leve. Sem cobrança.
Hoje um funcional rápido. E 12x 400 médio x 400 trote. Parei no meio da série. Água, descanso e foi o resto.
Parece que nunca voltarei a correr direito. (Direito pra mim, pros meus limites - parêntese pras línguas afiadas e mentes obtusas.) E se não voltar mesmo? Tranquilo. O principal já aconteceu: voltei a gostar de treinar e de correr, ainda que a corrida seja fraca, pesada, sofrida pro corpo.
Chocada com o aumento de peso. No início da semana passada, estava nos 58kg. No domingo à noite, com uma retenção de líquido violenta, que deixou as panturrilhas gigantes e doídas de tão inchadas, cheguei a 63kg! De manhã estava em 60kg. E é nisso que estou agora. Que porra é essa não sei. Tô comportada na dieta. Sem cerveja. E é tudo nas pernas, que deram aquela engrossada que eu abomino. Sem stress nisso também. Logo o peso baixa de novo.



Vish, aff, putz, nossa, agora ela vive do jeito que gosta


terça-feira, 28 de março de 2017

Solta o grave!

MC Livinho. MC Kevinho. MC Pedrinho.
Valesca. Karol Conka. MC Carol. Anitta.
Kondzilla.
E também Marília Mendonça, Wesley Safadão, Nego do Borel, Simone e Simaria.
Nesse verão comecei a ouvir coisas que não conhecia e achava que não gostava. Eita preconceito.
Cultura sim. Cultura popular.
Como diz Anitta: "Acharam que eu não ia rebolar a minha bunda hoje?".
Vai ter muito rebolado, muito chão, muita sarrada. Deixem as minas dançar. E deixem dançar em paz.
O esculacho tem que acabar. Mas pra isso é preciso educação. E aí é outra história. Esculacho não ouço. Mas não vejo esculacho em letra que fala de mexer a bunda ou "meu pau te ama". Ninguém tá sugerindo fazer nada contra a vontade de ninguém.




sábado, 25 de março de 2017

Declaração à flor da pele

Ontem fez um ano que comecei o ciclo de tatuagens que prossegue rumo ao fechamento da manga esquerda. Fui lembrada pelos registros virtuais. De manhã, Facebook me mostrou que hoje fez um ano que decidi que transformaria o OM da lombar em Love.
Depois, traduzindo um livro budista e ouvindo meus mantras do Ho'oponopono, fui olhar aqui no blog. E vi que o Ho'oponopono foi tatuado em 24 de março de 2016. Foi tudo praticamente junto, mas não sabia as datas exatas.
Ho'oponopono é prática para a vida. Pro cotidiano.
Curto muito ouvir as seis versões que baixei do YouTube. 5h38min do mantra em inglês. Com binaural beats e isochronic beats. Funciona lindamente como trilha sonora pra tradução.


sexta-feira, 24 de março de 2017

Caveirismo

De uns tempos pra cá, tô curtindo caveirinhas.
Comprei uma bolsa de caveira Frida Kahlo no inverno.
E aí pirei com os sabonetes da Terra Nativa (https://www.facebook.com/AtelierTerraNativa/?fref=ts), da querida Jackie Selbach. Tenho duas caveirinhas junto ao computador aqui de casa. Hoje a caveirinha branca da editora ganhou companhia: a pretinha. Eu sou de pares.
E aqui pra casa veio mais uma. Em vidro prata. Aromatizador. E os sabonetes de arruda e sal grosso pro banho de limpeza geral.




Progressivo #sqn


Teve treino, sim.
Pra sair de casa foi tenso. Tive a genial ideia de tomar uma cerveja comemorativa da sexta-feira. Fiquei tonta e com sono. Aí fui lagartear na rede da sacada. Delícia. Mas pra levantar dali e ir treinar...
Experiência válida. Primeiro, vi que uma mísera cerveja já está pegando. (Incrível, porque esse verão teve muita cerveja sem esse tipo de pegação. Aí hoje pegou - e já tinha pego um outro dia também.) Segundo, procedimento a não ser repetido.
Musculação light.
E aí um progressivo de 20min de trote, 15min leve e 10min moderado. Que deu errado. Em parte. Trote certinho. Aí o leve não foi tão leve. E o moderado acabou mais lento que o leve. Hehehe. Lúcia Brito fazendo progressivo é treta certa. Progressivo, fartlek, ritmo, só dá treta. Detesto. Mas faço. Ou tento.
E amanhã... 1h com lombas. Misericredo.

quinta-feira, 23 de março de 2017

Readaptação

Bastante dolorida em virtude da retomada.
Ontem operei a proeza de me estatelar no Parcão, na rodagem de 40 minutos depois da musculação. Felizmente caí no calçamento e não na terra. Pequenas esfoladuras. Levantei e segui até concluir (como sempre). Com cinco retinhas de 100m.
Cogitei não ir. Estava cansada e já dolorida. Aí pensei: "Bom, pelo menos a musculação". Terminei louca pra vir pra casa, mas a disciplina enfim manifestou-se. Fiz a rodagem e as retinhas. Não fiquei mais cansada, nem mais dolorida do que estava antes. Fiquei foi muito mais feliz, orgulhosa e satisfeita. Treino dado é treino cumprido.
Uma vez rainha, sempre majestade. Meu corpo está horrivelmente fora de forma, mas continua eficiente. A limitação é mental. A resistência é mental. Ontem dei um passo importante pra sair da zona de desconforto onde comecei a estagnar lá em 2013. (Assunto já levado pra terapia.)
Treino dado é treino cumprido. E que treino! Treino personalizado. Individualizado. Por enquanto é sem planilha. Nada de ser encaixada em uma planilha pronta. Glenio está dando uma observada pra depois montar o combo de corrida e musculação. A ideia é fazer uma base de três meses. E aí ver o rumo. Maratona no segundo semestre? Quem sabe? Sem pressa. Sem planos.
Hoje fomos pra pista da Redenção. Três séries de exercícios de técnica e reforço alternadas com fartlek na pista e soltada na grama.
Leve.
Divertido.
Empolgante.
Como deveria ser sempre.





quarta-feira, 22 de março de 2017

Treinando. E desrecalcando

Caindo de cansada, mas não posso deitar antes de registrar a grande, maravilhosa, sensacional e mais aguardada novidade - para mim. Voltei a treinar. Oficialmente. Com treinador.
Estava há tempos pensando onde e com quem treinar. Queria meu amigo Tauro Bonorino, mas ele atua em Canoas. Concluí que, na minha fase desmotivada, sem o treinador junto não ia rolar.
No sábado e domingo falei muito sobre isso com as amigas. Chego em casa domingo à noite, e o queridão e grande corredor Laírton da Silva me chama no Facebook pra saber se eu estava correndo. Laírton é incrível. Nos conhecemos na Perfect Run, equipe do Eduardo Schutz, com quem eu fiz minha melhor maratona. Desde então, ele volta e meia conversa comigo pra saber dos meus treinos. Eu, que não corro nada. E que parei de correr de vez no ano passado. (Desde a maratona de 2013 eu nunca mais consegui encaixar.) Laírton sempre me estimulava a voltar. Sempre.
No verão, Laírton me disse que um amigo dele, educador físico e corredor fera, Glenio Caetano Rodrigues, viria de Chapecó pra Porto Alegre em breve pra começar uma equipe de corrida. Pois então, no domingo à noite, falei pro Laírton que tinha corrido no final de semana, que tinha me entusiasmado de vez e que estava procurando uma equipe. "Treina com o Glenio!", disse ele. O amigo já estava em Porto Alegre e ia começar a trabalhar.
A vida mágica e abençoada de Lúcia Brito, Dakini Espertinha & Corredora. Laírton me deu o telefone do Glenio, falamos ontem, longamente. Ele me explicou a metodologia dele. Senti firmeza.
Hoje estreamos.
O primeiro dia de atividade de Glenio (https://www.facebook.com/gcr.maraton) aqui. Com sua primeira aluna. Eu.
Aula particular.
Que aula!
Tudo que eu queria e de que precisava. Intensidade com curta duração.
Glenio combina a corrida com o treinamento funcional. Estreei com um circuitinho no Parcão. Misericórdia. Aquela meia hora que parece a eternidade mais um dia. Não dá tempo nem de gemer. Nem sobra fôlego pra gemer.
Como estou há muito tempo parada, saímos do zero. Preciso desenvolver força, resistência, coordenação motora, equilíbrio, melhorar a técnica. A corrida por enquanto é rodagem leve.
Hoje rodei 30 minutos depois do circuito. Ouvindo música. Curtindo a noite. A temperatura amena. E sentindo um tesão que não sentia desde maio de 2013. Lust for life, né non, Iggy Pop? I got a lust for life.

E, enquanto corria - lenta, pesada, mas inacreditavelmente viva, desperta, excitada -, caiu a ficha de que 2013 foi muito porrada. E tudo foi mais porrada dali em diante. E já tinha sido antes.
Em 2012 operei a coluna e encerrei um relacionamento. Em março de 2013, há quatro anos, internei a mãe. E dali pra frente as coisas saíram do prumo de vez. Eu saí do prumo. Quase dois anos da morte da mãe, e ainda não veio à tona tudo que recalquei desde 2008, quando passei a cuidar dela.
Hoje, no Parcão, a frestinha por onde as emoções que eu calei estão começando a sair abriu-se mais um pouco. Foi por essa fresta que a Dakini Corredora escapuliu no sábado, correndo com a amiga Verônica em Canoas.
A propósito: Dakini significa "andarilha do céu".


segunda-feira, 20 de março de 2017

É hoje. É todo dia

 
Não poderia deixar o dia acabar sem postar.
Um dia bem feliz. Novidades muito, muito boas.
E é Ano Novo!
Equinócio de outono.
Sol em Áries, meu ascendente. Ser de Capricórnio vulcânico eu sou. Muita terra e muito fogo.
Lava. Terremotos. Calor.
E o início do ciclo de meu regente Saturno.

sábado, 18 de março de 2017

Tudo de outro jeito


Brincadeira de sábado.
Reorganizar os cordõezinhos.
Bota aqui, ali, troca de um pro outro.
Olha, experimenta.
De momento está assim.
Coisas queridas.
Coisas demais.
Se eu editasse meus adereços com a mestria com que edito qualquer texto...

De um tudo


Haja pescoço.
Meus pingentes-talismãs. Pequenas pistas.
Depois de uns tempos sem usar cordões de metal, eles foram voltando aos poucos. Agora está assim.
Nessa semana, reanexei a corredora e o tênis. Pra atrair a onda dos treinos de novo. :)
E agora vou ali no porta-joias catar meu gato. Porque olhando essa foto senti falta do importante elemento felino na minha composição. Já é.

Na parceria foi


Fui prestigiar a estreia dos treinos de sábado da equipe de corrida recém-fundada por minhas amigas Verônica e Gheisa em Canoas. Que bom que driblei a preguiça. Corri 10km com Veronica. De boa. Muito de boa.
A última vez que havia corrido 10km fora em 1º de janeiro. Antes disso, em 15 de outubro do ano passado. (Fui checar no Garmin Connect.) Praticamente parei de correr a partir de setembro (corri apenas uma vez naquele mês). A parada coincidiu com o começo do trabalho na editora e o fim da última planilha da ex-treinadora e ex-namorada. O trabalho e o coração partido acabaram com minha vontade de correr e de treinar no geral. Não lembro de ser tão sedentária em outra época de minha vida como agora. Não me animei nem no verão, que eu amo.
Mas hoje a corrida na parceria deu onda. Brilhou. Gostei de correr enquanto corria. E a sensação depois do treino foi aquela satisfação de dopamina.
Agora eu já deveria ter ido pra academia. Mas estou procrastinando porque não tenho vontade.
As reflexões dessa tarde estão me levando à conclusão de que talvez precise de um personal trainer na academia por uns tempos. E de um treinador e uma equipe de corrida pra ter compromisso e companhia. Sempre gostei de treinar sozinha. Sempre gostei de treinar. Ponto. Agora que o prazer está embaçado, talvez o estímulo externo dê o restart.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Visões de mim

Libra, minha diplomata, trazendo novos ares, frescos e pacificadores, para meu Ser de Capricórnio vulcânico:

Precisas daquele texto péssimo e triste e deprimente no teu blog*,
minha amada*??? Teu blog, pelo que eu entendi...
É para compartilhares momentos bons e até momentos de superação*!!!
Mas esse texto* - pelo motivo que ele foi escrito não combina
de maneira alguma com o objetivo do teu blog...
É um texto deprimente e sem luz nenhuma para a minha pessoa, claro.

O texto removido (que eu, Libra e minhas confidentes consideramos perfeito para a finalidade a que se destinava) fala bastante da minha superação e do momento maravilhoso que vivo, mas por via reflexa. Como se eu me olhasse num salão de espelhos. Reflexos distorcidos.
Vi que eu poderia ter me tornado uma sombra obsessora na vida de quem eu amo se não me tratasse. A terapia permitiu que eu aprenda a me amar e a amar os outros de forma saudável e respeitosa - começando pela minha saúde e autorrespeito. Não forçar a barra - a minha e a dos outros. Não ficar infernizando a mim e aos objetos de meu amor com minhas neuroses, carências, expectativas, desejos, fantasias.
Amor - amizade e qualquer tipo de relacionamento, inclusive profissional - envolve os meus sentimentos e o dos outros. E respeito ao espaço e às vontades individuais - meus e dos outros. Relacionamentos benéficos se desenvolvem no espaço e nas vontades compartilhados. Sem invasão de espaço alheio e sem imposição da vontade pessoal. Se não existe essa zona mista, não funciona.
Meu olhar mudou. Mudou basicamente em relação a mim. E isso mudou tudo ao meu redor.
Olhando para trás com meus novos olhos, vi o que eu poderia ter evitado se tivesse dado ouvidos à minha intuição e observado e experimentado meus sentimentos. E ouvido o que as pessoas que me querem bem falavam.
Enfim, tudo é aprendizado. Aprendi a confiar na minha intuição e prestar atenção e dar valor aos meus sentimentos e sensações. Dar valor e ser fiel a mim antes e acima de tudo. Cortar o que é nocivo e tóxico. O nocivo e tóxico não está "fora", nos "outros"; é algo que brota na realidade criada por mim, a partir da minha experiência dos fenômenos.
Não posso impor minhas experiências aos outros. Nem permitir que tentem impor experiências a mim. O que é meu, é meu. O que não é meu, não me diz respeito.

→→→ Delírios pelo corpo* (...) terremotos causando sensações VULCÂNICAS* (...) VENTANIA* que causa LÍRIOS* na pele* (...) epidermes feitas de JARDINS* - Ser de Capricórnio*: @Lúcia Brito*!!! ^_^ ★☆


Lindeza no caminho


Estou há mais de uma semana apaixonada por ela. Hoje parei pra fotografar.
Uma amiga informou que se chama justícia vermelha ou capota vermelha. Megaskepasma erythrochlamas.



Na ida pra editora, as paineiras. Na volta, essa linda aqui e mais paineiras.
Céu e temperatura de outono.
Macio.
Suave.
Final de semana começando lindamente.
Que a vida leve o que não for leve.

quinta-feira, 16 de março de 2017

84

Número lindo.
Meus dois números favoritos juntos.
84 anos da Teresinha, uma das pessoas mais doces, delicadas, bondosas e humildes que conheço. Teresinha foi babá da Lízia. Quase quatro décadas antes disso, começou a trabalhar com a mãe do Eduardo quando ele tinha uns 12 anos. Trabalhou na casa, nas lojas. Cuidou de Beatriz até o fim. Cuidou também da irmã que viveu mais de 100 anos.
Já faz um tempo Teresinha tem uma cuidadora. Mas ainda cuida da Mel, sua cachorrinha.
Fui tomar um chá e festejar o aniversário dessa bodhisattva legítima. Compartilhar de sua doçura. Impregnar-me de simplicidade, gentileza.
Irei lá mais seguido tomar um chazinho à tarde. E me deleitar na presença beatífica de Teresinha. Santa mulher.



Devaneios 1

Personagens
- Dom
- Capacho principal
- Capacho dos fundos
- Capachos eventuais

Trama
Mil tretas.
Dom é o mestre do picadeiro comandando os palhaços/capachos do circo.
Circo sim. Não é uma câmara. E a ação não é privada. É pública. E notória. Assistida pelo populacho das arquibancadas. Circo mambembe.
Capacho principal é desprovido de autoestima, voz e vontade (100% capacho). Igualmente desprovido de beleza, graça, charme (no caso, eufemismo para feiura) e de inteligência, presume-se. Convive com o capacho dos fundos e com os capachos eventuais, ao que parece sem saber das atividades de seu Dom. É tão, mas tão submisso que não olha nem para cima, nem para os lados, e não vê o que está na cara. (Não na cara dele, porque está sempre ajoelhado.)
Capacho dos fundos é 110% capacho. Conformou-se em ser sempre capacho dos fundos. Submissão admirável. Ausência de autoestima lamentável.

Se é um jogo com regras claras e papéis definidos, ok. Fantasia compartilhada. Todo mundo adulto.
Master and servants.
Só que não.
Não é jogo. É abuso.
"Somos vítimas de vítimas", ouvi uma vez, referência ao fato de que todos os abusadores foram vítimas de abuso. A história do Dom confirma.

terça-feira, 14 de março de 2017

Doçura

A minha. A dos outros para comigo.
Comecei o dia ganhando esse vidro de mel do Sr. Darci, zelador do prédio. Ele dividiu comigo o mel que ganhou de parentes, colhido na sexta-feira passada em Mariana Pimentel. Sr. Darci sabe que eu amo mel, lembrou de mim.
Costumamos trocar essas pequenas gentilezas. Eu sempre compartilho os bolos com ele.
O mel veio totalmente a calhar. O que tenho está no fim, e eu não sabia onde poderia adquirir um produto puro.
Minha próxima empreitada será fazer granola. Comprei uma hoje, Medonha, argh. Tão logo faça, vou ver se o Sr. Darci curte. :)


segunda-feira, 13 de março de 2017

Mandala tridimensional


Cidade Baixa. Esquina da República com Lima e Silva.
Ana fez nossos colares de pedra da lua. Fernando fez a mandala tridimensional que está aqui na minha mesa agora. Recomendo o trabalho deles. Bonito. Barato. E carregado de energia positiva.
Pirei na brincadeira de criar vários objetos com o delicado trabalho de fio de alpaca e hematita.
Minha mandala linda veio acompanhada do tutorial que segue abaixo.




Pedras da lua em plena Lua cheia

Delírios vulcânicos.
Terremotos.
Ventanias.
Pedras da lua numa noite sublime de Lua cheia.
Que venham mais delírios.
E os lírios na pele.
Libra e Ser de Capricórnio brisadas e embrasando.

Faltou a foto com a Lua. Meu cabelo poderia estar menos sinistro, só acho.
Mas acho mesmo que nos achamos.
Espiritismo, budismo, umbanda, nação, literatura, cerveja, sushi. Gatos, flores, mar, Sol, Lua, tattoos. Astrologia. De um tudo.