domingo, 10 de setembro de 2017
Bolinhas
Por quê? Porque sim, ora bolas.
Feliz com o calor, livre das camadas e camadas de roupas pra treinar.
Plenamente adaptada aos saiotes pra correr. Muito melhor que shorts e muito mais bonito que calção. Visual arrumadinho. Trabalhado numa lycra.
Ondinhas
No final da tarde de sábado, um lindo desenho colorido no céu.
Esse pedaço de céu entre os prédios que avisto do terraço muitas vezes proporciona visões belíssimas. Como ontem. Momento pra fazer uma pausa, sentar no deck e simplesmente apreciar.
É bastante frequente eu olhar o céu e lembrar da alegoria budista sobre a mente/base e os fenômenos. O firmamento amplo, ilimitado, todo-abrangente, acolhe as nuvens, sóis, planetas, galáxias, buracos negros, tudo, assim como a mente acolhe todos os pensamentos, mas não é esses pensamentos.
Olhar o céu é sempre uma viagem.
sábado, 9 de setembro de 2017
O inevitável e o opcional
A dor é inevitável, o sofrimento é opcional.
Disse o poeta, dizem os corredores.
Trauma.
Treino.
Perdas.
Coração partido.
Dor faz parte. E tem que reconhecer, admitir e liberar. Ou vira sofrimento.
Pois bem, no treino de hoje finalmente consegui lidar de boas com o desgaste e a (pouca) dor. Não rolou sofrimento. Encaixei 21km sem parar. Primeiro longão sem quebrar depois de dois que não fluíram. Falei pro treinador ontem que não estava conseguindo, que deixaria pra ele decidir o que fazer. A resposta me deixou segura. "Fica tranquila que vai dar tudo certo. Vai dar os 48 sim." Então tá.
Na vida em geral, outro insight, dessa vez durante a corrida. Nos primeiros quilômetros, no trecho Goethe-Vasco da Gama, minha mente teve um vislumbre. Algumas coisas doem. E é normal que doam. Mas o sofrimento pode ser reduzido/eliminado. Seguindo o protocolo de Joe Dispenza e a instrução de minha terapeuta, examinei os motivos de sofrimento sem tentar recalcar ou sublimar. E concluí que o sofrimento era causado por meus mecanismos para lidar com a dor. Em vez de dissipar, estava reforçando. Em vez de aceitar a emoção primordial, estava tentando mascarar com outras. Então tá.
Sei o que sinto. Sei que ser honesta comigo vai me fazer bem. Sei que devo observar, reconhecer e entregar pro universo. E sei que não devo fazer nada além de manter a mente aberta e atenta, pra pegar as recaídas nos velhos padrões e no mesmo instante ordenar: "Mude!".
Amor não rima com dor. Menos ainda com sofrimento.
Amor não rima com dor. Menos ainda com sofrimento.
Amor é desejar felicidade.
É nessa onda que quero vibrar. O resto não faz parte da realidade que estou criando.
É nessa onda que quero vibrar. O resto não faz parte da realidade que estou criando.
De olho no atendimento
Óculos novos com as lentes antigas. Tô naquelas de que preciso ter sempre uns óculos à mão. No verão coloquei lentes numa armação que era da minha mãe. Péssima ideia. Estrutura frágil demais, os óculos simplesmente entortavam o tempo todo. Levava na ótica, mas haja saco. E haja saco trabalhar horas e horas com óculos desconfortáveis, que não se ajeitam direito no rosto.
Ontem fui na ótica mais uma vez pra ajeitar. Toda vez que ia eu procurava uma armação em que pudesse colocar as lentes, de ótima qualidade e no grau correto, confirmado na ida ao oculista neste inverno. Nunca tinha.
Tive eu então a brilhante ideia de dar uma passada no Centro Óptico (https://www.facebook.com/CentroOpticoPoa/), na Luciana de Abreu. Em meia hora me tornei cliente fiel. Fui atendida por Rodrigo Ribeiro, impecável nos detalhes. Não havia apenas um modelo de tamanho compatível com as minhas lentes, mas três - lindos e modernos. Que ele me mostrou depois de eu dizer muito sucintamente que tipo de armação eu curto. Talvez houvesse outros, mas Rodrigo foi direto nas minhas especificações, o que já me encantou. Detesto especificar uma coisa e o atendente trazer algo que simplesmente não tem nada a ver. Optei por esse das fotos, púrpura (oh, Prince).
Eu havia levado uma armação maravilhosa que Lízia deixou de usar. Rodrigo me convenceu, mediante um preço ótimo e parcelamento conforme eu precisava, a já fazer lentes pra essa armação também. Lentes melhores que as minhas, pra usar diante da tela do computador.
O resultado é que agora terei três pares de óculos. A nova armação com as lentes reaproveitadas foi entregue ontem à tardinha. Aproveitei pra levar meus óculos titulares, que têm pelo menos dez anos. Rodrigo trocou as plaquetas e deu uma reajustada geral. Amo o veterano, seguirei usando. Mas o fato é que ele se encaminha para a aposentadoria. O dourado da armação já oxidou em vários pontos.
Óculos no meu caso é instrumento de trabalho. Não dá pra vacilar. Agora encontrei um local onde ficou muito melhor tratar desse assunto vital.
Meditação quântica
Quando o trabalho é mais que um prazer. É também aprendizado. Bem, sempre é aprendizado. Eu sempre aprendo muito com cada tradução, cada edição.
Mas um livro está sendo instrumental para minha vida e minha prática meditativa. Breaking the Habit of Being Yourself, a ser lançado como Quebrando o hábito de ser você mesmo, de Joe Dispenza. Uma abordagem que muito me interessa - a criação da realidade pelo indivíduo. A possibilidade de criar a vida que se deseja, rompendo os hábitos que produzem uma vida que não se deseja ou a repetição de padrões que não contribuem para a saúde e a felicidade.
O livro é acompanhado de meditações guiadas, vendidas no site do autor. Baixei e estou ouvindo. Praticando. Fascinante.
Na sexta à tarde, saindo da manicure, em plena Padre Chagas, um vislumbre disparou uma série de emoções e sensações. E da observação destas veio insight sobre a emoção que quero eliminar, que se manifestou na primeira infância e se percolou por todas as minhas experiências.
Exercitei o protocolo de Joe Dispenza: detectei a emoção perturbadora que quero desmemorizar da minha mente e do meu corpo, identifiquei o estado mental associado a essa emoção, reconheci quem eu sou e o que eu escondia, entreguei tudo para a inteligência quântica reconfigurar o todo de forma benéfica para mim e manifestei gratidão.
Todo esse processo me remeteu ao Ho'oponopono, minha amada meditação, tão importante para mim que gravei na mente e no corpo, tornei parte da minha existência. No corpo, gravei inclusive literalmente. Uma linda tatuagem. Um sincero pedido de desculpas e de perdão. Uma sincera declaração de amor e de gratidão. Para mim. Para você. Para todos os seres e fenômenos de minhas incontáveis vidas.
sexta-feira, 8 de setembro de 2017
Bougainvillea
Não tenho mais as minhas aqui. Foram para um local muito melhor. Um jardim com bastante espaço pra crescerem. Com muro pra se enroscarem. Nos vasos elas não eram felizes. E eu quero que as plantas sejam tão felizes quanto eu fico feliz ao vê-las exuberantes.
Meu olhar de hoje fixou-se nessa bougainvillea na ponte do Parcão, a caminho da academia. Ela e suas irmãs e os ipês que se emaranham dos dois lados da ponte me seduzem e alegram ano após ano.
Carinho de coração
Noite suave.
Jazz.
Cerveja artesanal.
Petiscos.
Brownies.
Funk.
E aquela tranquilidade e espontaneidade que se sente e compartilha entre amigos verdadeiros na conversa que flui mansamente.
O céu que me fascina
Quando o tempo começou a se armar pra chuvarada de terça-feira, e as nuvens do céu enfarruscado pareciam ondas de um mar turbulento.
Saí da mesa na editora e fui dar uma olhada rápida no cenário. Uma das alegrias do meu trabalho é o ambiente. E essa vista.
O céu que me deslumbra
Cenas de um final de tarde recente. Desci do carro e dei de cara com esse sol ao longe.
Momento de puro deslumbramento. Não há pôr do sol que eu não olhe sem transbordar de emoções.
Gratidão.
Gratidão.
Encantamento.
Melancolia.
Saudade.
Amor.
Alegria.
Paz.
Felicidade.
Mulher-gata
Eles me amam. E são por mim muitíssimo amados.
Eu chego, e eles vêm pro conferes. Trocamos olhares, afagos, energias. E eles vão adiante. Ou se acomodam pertinho. Sem stress. Sem cobranças. Vida de gato.
Primaveril
Ganhei esse raminho de manjericão. Segui as instruções. Deixei num copo d'água por cerca de três semanas. E aconteceu exatamente o esperado: nasceram as raízes. Aí foi pro vasinho.
E tô cuidando, olhando e sonhando com as bruschettas, pizzas e molho pesto. Hahaha. Menos, Lúcia Brito. Bem menos, Dakini Cozinheira Voraz.
30 anos
Nos conhecemos em 1987, ele na Ipanema FM, eu na Bandeirantes FM. Ele e a Élida estão casados há 35 anos. Eles me deram o amado Teddy Boy Marino. A gente se ama, mas fica anos e anos sem se ver. Agora nos reaproximamos. E espero que o convívio seja mais constante.
Amizade que ignora o passar do tempo. Quando nos reunimos, seguimos falando como se tivéssemos nos visto ontem.
Gatos, música, maconha, cinema, comida, religião, devaneios, loucuragem, fantasias sexuais. É muito assunto, muita atividade. Muito amor.
domingo, 27 de agosto de 2017
Pagando mico no débito
Domingo, e eu estou como? Positiva e operante na academia, antes do almoço em família.
Traje adequado pro calor de ontem. Pra hoje nem tanto.
E o mico? O mico foi fazer um específico de perna pra corrida. Coloquei as caneleiras e ativei o modo bonecrão do posto. Primeira série, pernas e braços descoordenados, balança-mas-não-cai. Segunda série, braços e pernas entrando em harmonia. A correção do movimento diminuiu o desequilíbrio. Terceira série, menos vexame.
Vexame também o longão de ontem. Dedo do pé doendo, fisgada no glúteo, festival de mazelas. Mal feito, mas feito. Agora é alongar melhor e descobrir se a dor no dedo é da meia ou do tênis.
Enquanto isso
As primaveras da vizinhança chegaram ao pico da floração.
Vontade de levar um saco de dormir e passar a noite no pátio da casa.
sábado, 26 de agosto de 2017
Se eu fosse tatuar tudo...
Na esquina de casa.
Outra flor linda. Não sei que árvore é essa. Preciso descobrir.
E, se eu fosse tatuar todas as flores de árvores que me encantam, teria que pedir espaço em outros corpos.
Ontem heroicamente fui visitar meu tatuador e não fiz nada. Nem pensei em fazer.
Mas aí vejo essas flores, e as flores de primavera, e de ipê, e de paineira, e, e, e...
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Explosão sensorial
Voltando do treino ontem à noite, vi pela primeira vez que elas estavam floridas. As árvores de primavera da Cel. Bordini. O perfume, o perfume... nossa.
Parei pra apreciar as flores, as cores, o aroma. E fotografar. Como faço todos os anos.
Hoje passei por elas de novo à noite. Mais umas fotinhos.
A primeira primavera que vi florida nesta temporada foi uma pequenina na Irmão José Otão. Eu estava correndo, passei por ela há umas duas semanas e deu aquela alegria ver as florzinhas.
Me faz bem. Me faz feliz.
domingo, 20 de agosto de 2017
Básico
Tão elementar.
A primeira parte eu domino totalmente. Já a segunda... Tô aprendendo. Antes tarde do que mais tarde ainda.
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