terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Rebote

Repulsa. Nojo. Vontade de vomitar. (Não é à toa a tosse que provoca espasmos.)
Vontade de rasgar a pele com as unhas, abrir a carne e sair de dentro de mim. Ou de arrancar da memória o que gostaria de jamais ter experimentado.
Negação. Rejeição.
Desejo de destruição.
Deletar toda e qualquer imagem, despedaçar e jogar no lixo tudo que era material não resolveu.
A raiva e o asco da experiência e da impossibilidade de deletá-la persistem.
Mas...
É tudo sonho (ou pesadelo, que seja). Miragem. Projeção espectral. Reflexo no espelho.
O pior de mim, alavancado pela pior experiência possível.
O pior de mim querendo se impor. Querendo seguir no velho jogo que só causou dano.
Não vai rolar.
A pior experiência possível foi a melhor experiência possível - e eu sei . Foi a experiência necessária para lançar luz no que havia de mais sombrio, sinistro, sub-reptício e recôndito. Só chafurdei nessa experiência imunda porque a imundície (também) estava dentro de mim. Aliás, se a lembrança cada vez mais difusa da experiência ainda causa repulsa é porque ainda tenho detrito interno pra eliminar. Sabedoria do espelho.
Bem bom perceber isso num dia em que a grande percepção foi sobre a única coisa que realmente existe e interessa: o cerne inabalável de felicidade interna. A clara luz de Lúcia.
Desde sempre sei quem sou.
Pura Luz.
Lux.
E essa que sente raiva, repulsa, asco? Essa é uma parte menor de mim, que veio à tona para ser reconhecida e aceita. E se dissipar como um sonho ao amanhecer.
Ao me purificar, purifico todo o meu universo. Purifico inclusive a experiência repulsiva. Que, como todos os fenômenos à luz da sabedoria primordial, é imaculada e livre de conceitualização. Bem, no meu universo tão condicionado pela limitação mental, a experiência não fica imaculada. Mas fica razoavelmente limpa. O suficiente para ser lembrada com carinho e gratidão, com um sorriso meigo nos olhos e nos lábios.


Desfocada

Desconforto.
Náusea.
E tristeza.
Que porra é essa?
Nada.
Não é nada.
Absolutamente nada.
Não existe.
Não está no presente.
O passado passou.
O futuro não chegou.
Sensações inconsistentes.
Pura criação mental.
Reagindo (mal e erroneamente) a fantasmas e fantasias.
Basta ajustar o foco e tudo se desvanece.
Qual o foco?
O cerne de felicidade que independe de causas e condições.
A felicidade que surge espontaneamente. Que faz sorrir sem motivo.
Isso existe. Aqui, agora. No presente.
Paz. E amor.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Arco-íris


Que viagem. Não tinha voltado cedo da praia ainda. Céu lindo, lindo. Nuvens claras e nesgas de céu avermelhado/rosado ao longe. Chuviscos ocasionais. E na Freeway esse arco-íris, que em dado momento ficou duplo. Fazia tempo que não via um arco-íris tão lindo e nítido. A vontade de parar pra fotografar não se impôs ao bom senso e à pressa pra chegar na editora.
Para completar, trânsito leve.
Semana começou bem. :)

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Lua, eclipse, limpeza



O eclipse não vi. Mas me alinhei totalmente com a energia. Intuitivamente, vinha me preparando há dias. E pude ver a Lua linda e cheia à beira-mar ontem à noite.
Abençoada que sou. Dakini Lux. Dakini Tigrinha. Mil codinomes. Tigrinha. Lux. Lu. Lulu. Dakini Espertinha. Ser de Capricórnio.
Hoje Rosa mandou um texto bárbaro sobre o momento astrológico. E Libra mandou um áudio sobre o momento astral iniciado em 12 de janeiro. Tudo totalmente a ver com o meu momento.
Barravento, disse Giuliano no início da semana.
Pra completar, terminei a primeira leitura do livro sobre a Lava Jato.
Agora só falta ficar curada da faringite. (Terei que ir ao médico.) Terminar a segunda leitura do livro. Terminar a tatuagem. (Ai meu deus, que agonia. É terrível conviver com uma tattoo inacabada, não posso nem olhar pra ela.) Terminar a tradução budista. Ler o livro da Rosa. Terminar A profecia celestina.
E aí vem As leis do sucesso. E novas traduções. E outros trabalhos. E, e, e...
E acabo de achar o óculos que havia desaparecido! Que maravilha. Óculos de leitura. Sabia que não podia ter perdido. Ficou aqui, atrás das almofadinhas do sofá. Revirei esse apartamento atrás dele na outra vinda. Não teve jeito. Agora, enquanto escrevia sobre o que faltava, pensei que faltava achar os óculos. Rá! Deu o estalo, fui olhar no sofá. Bingo!

sábado, 11 de fevereiro de 2017

No bat-local

De novo aqui. Na praia, na sacada.
Mas uma Dakini Lux diferente a cada vinda. Agregado corpo/mente em transformação constante. Fluxo contínuo. Impermanência.
Sentei na sacada pra ouvir e refletir. E agradecer ao universo.
Muita luz. Lux shinning bright.
Estreia da cuia que comprei ontem à noite na praça aqui da rua. Eu tinha visto à tardinha. Quando voltei mais tarde pra ver a Lua cheia, o casal continuava lá. Encontrei a cuia perfeita pra usar com minha mateira. As outras duas que tenho são grandes demais, uma luta pra colocar no compartimento, hahaha. Ia acabar estragando a mateira e/ou fazendo grande lambança. Sem falar na gastança de erva-mate, que está cara pacas. Aliás, dessa vez, nada de curtir o porongo deixando com erva. Já saí tomando o primeiro mate. Como disse o vendedor/artesão, trata-se de um "porongo doce", não deixa muito gosto antes de estar curtido. Não deixou gosto nenhum, na real.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Jardim genealógico - 1


Jardim genealógico. De amores-perfeitos.
Em cultivo.
As duas primeiras flores desabrocharam hoje.
Eu & Lízia. Nada mais natural e orgânico do que começar por nós duas.
Na semana que vem, as duas outras. Minha mãe e minha irmã.
A ideia do jardim genealógico foi plantada no dia 27 de janeiro. Aqui no blog. A semente foi o insight de tatuar um lírio para lembrar/simbolizar minha mãe. Foi a primeira flor que lembrei que ela gostava muito. Mas na sequência lembrei das violetas que ela cultivava no apartamento. Aí resolvi que seriam violetas. Ao pesquisar imagens de violeta no Google pra ilustrar o post aqui, a ideia evoluiu. Seria um jardim genealógico. Três flores: Mãe, eu, Lízia. Enquanto a ideia germinava velozmente, recebi mensagem de minha irmã, ou lembrei dela, não sei ao certo. Só sei que na hora o projeto do jardim foi ampliado: quatro flores. Maria Helena, Lúcia, Laura, Lízia.
Ao olhar as imagens de violetas, apareceram os amores-perfeitos. E lembrei do quanto a mãe gostava de amores-perfeitos. Lembrei de nós apreciando canteiros multicoloridos em Nova Petrópolis e Gramado. Fiz uma enquete com Lízia e Laura sobre qual seria a flor preferida da mãe. Lízia tinha certeza de que eram os amores-perfeitos.
No domingo 29 de janeiro as flores foram escolhidas. Lízia e Laura escolheram as delas. E nós três escolhemos a da mãe/avó.
Jardim genealógico de amores-perfeitos. Perfeito.

Como disse hoje um amigo: "O jardim de uma Rainha".
Como disse também hoje uma amiga: "Você tem razão. São vários os amores perfeitos".

De bem com a vida



Mais que nunca é preciso.
Tem que começar de algum jeito, por alguma coisa.
Comece fazendo o bem para si mesmo.
Faça pelos outros, para os outros e com os outros o que gostaria que os outros fizessem por você, para você, com você.
Viva de bem consigo e com os outros.

Feliz feliz

Mesa nova. Que alegria!
Fizemos uma mudança aqui hoje, peguei esse aparador de metal no lugar da mesa que usava, que era muito pequena pra acomodar os livros nas laterais da área monitor/teclado. Agora ficou uma maravilha. Não preciso mais empilhar montes de livros. Nem equilibrar os grandões, como Operação Mãos Limpas, entre a borda da mesa e o colo. Nem amontoar a xícara de café, o squeeze, a garrafa térmica e a cuia em cantinhos e cuidar pra não causar desastres.
Hevânia e Dharana ajudaram na reestruturação do ambiente. E Hevânia ficou rindo: "Nunca vi ninguém ficar tão feliz com uma mesa".
Pequenas coisas, grandes alegrias.
A primeira leitura do livro em preparação está quase concluída depois muita labuta. Está ficando lindo.



De bem, meu bem


Façamos o bem, meu bem.
Façamos o bem e bem uma para a outra porque já nos fizemos mal.
Bem-querer, meu bem.
Ficar de bem, meu bem.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Boa noite, amor


Não me deixa dormir no ponto.
Não me deixa adormecer para a vida.
Meu sonho me mantém desperta, alerta.
Sonho de você.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Night shift

Enquanto uns trabalham, outros atrapalham.
Agora que descobriu o vão entre o monitor e o teclado, Lelo se instalou. Não adianta tirar. Desisti. Só umas empurradinhas quando se joga em cima do teclado ou tapa o mouse.

O trabalho cada vez mais empolgante. Na editora é bárbaro. Editar é bárbaro. Nada como a prática para aprimorar a técnica e acelerar o ritmo. Se bem que no atual trabalho estou me arrastando. Complexo. Mil armadilhas.
Em casa, a tradução readquiriu o encanto. Há anos eu não traduzia com tanta fluidez, facilidade. As palavras brotam naturalmente, às vezes nem consigo digitar na rapidez com que penso. Claro que o livro em que estou trabalhando ajuda. Curiosa pra ver como será nos próximos trabalhos. Que já estão chegando. E sendo buscados.
A reestruturação da rotina a partir de amanhã vai contribuir pra fluidez geral - da vida e dos trabalhos.




domingo, 5 de fevereiro de 2017

Autoexpressão

Coisas que eu gostaria de dizer:

Sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Estou dizendo. Faz tempo.
Ouvindo as meditações de Ho'oponopono.
Li uma vez.
Tatuei.
Gostaria de dizer, mas sei que não é preciso.

Perdi a voz por não poder me expressar. Mas posso. E tenho me expressado. Com quem me interessa e se interessa por mim. Onde existe reciprocidade.
Não falo com quem não quer falar (tristeza). E com quem eu não quero falar e já avisei (raiva). E com quem não é possível falar sem conflito (impaciência). Resumindo: não falo onde não existe reciprocidade. Vou continuar não falando. E vou dissipar a tristeza, a raiva e a impaciência que me perturbam e que somatizei.
E tenho dito.


Afonia e tosse

Novos capítulos da grande jornada de autoconhecimento.
Encarando a perda da voz. Irritação da laringe por gotejamento nasal e tosse. Baixa na imunidade e ar-condicionado propiciaram a afonia. Voz sexy nesses dias by somatização de stress. Veio pro corpo o que eu não consegui dissipar na mente.
Aproveitei o domingo para pesquisar mais sobre o assunto. Eu já sabia o que era, mas encontrei um detalhamento ótimo.
Perda da voz: bloqueio da expressão.
Tosse: raiva por não poder me expressar.
Qual a cura? Sair por aí dizendo tudo que ficou entalado? Liberar geral? Claro que não.
Dessa vez, somatizei a impossibilidade de me expressar não porque tenha sido impedida por fatores externos, mas porque eu sabia que não seria adequado, nem benéfico, expressar o que andei sentindo e pensando. Minha mente foi mais rápida que meu coração para integrar o que eu preciso mudar em mim. Simples. A percepção dos meus padrões de comportamento me fez refreá-los. Mas, como foi uma atitude mental imposta à força, meu emocional reagiu mal.
Tranquilo. Nada grave.
Aprendendo a manejar sintomas e driblar o determinismo psíquico.

Abaixo, excertos do link:
 
Garganta
A garganta simboliza a fala. É o canal de saída daquilo que você pensa. Sua expressão e criatividade são reconhecidas através desse canal. Portanto, se algo o impede de falar, se o que você tenta expressar não é compreendido ou o que o incomoda não pode ser dito, saiba que sua garganta responderá com uma inflamação.
As dores de garganta expressam seus sentimentos contrariados. Tudo aquilo que bloqueia a nossa fala e nos obriga a ”engolir sapos”, trará inflamação das amídalas, problemas nas cordas vocais e até silêncio total da voz, simbolizando o pensamento: “já que não posso falar o que quero, não falo mais”.
Aprenda a livrar-se do medo de falar. Expresse suas opiniões, seus desejos, seus desgostos e crie ao seu redor uma atmosfera de liberdade para viver. Você não é obrigado a fazer o que não quer, portanto, reaja! Liberte de dentro de você aquilo que o incomoda e busque o novo em sua vida.
Diga firme e calmamente o que você pensa sobre tudo e, com certeza, sua garganta ficará totalmente curada.
 
Tosse
Representa a raiva que “não sai da garganta”.
Se você está vivendo um problema com alguém para quem sua opinião não vale nada, se alguma pessoa o está deixando constantemente furioso e é impossível confessar-lhe essa raiva, ou se você está sendo obrigado a aceitar uma determinada situação contra sua vontade, sua garganta ficará congestionada e sensível.
Os pigarros demonstram a tensão nervosa por estar emocionado com algum acontecimento, sem entretanto poder demonstrar esses sentimentos. O mesmo pode-se dizer das tosses incessantes. Os acontecimentos que desencadeiam tosses ou pigarros são, muitas vezes, sentimentos e pensamentos rápidos e secretos de incômodo relacionado a algum ambiente, assunto ou pessoa.
Em certas ocasiões, o importante é relaxar, respirar e analisar, calmamente, a situação. Enquanto você estiver supervalorizando o acontecimento, suas emoções serão fortes e desequilibradas.
 
 

Luzes em ação

Baladinha suave com as amigas. Além da companhia delas, que é sempre boa, o que curti mesmo foram as luzes. Da festa não gostamos muito.
E nesse domingo estou me maravilhando comigo mesma. Com um insight fenomenal. A ser aprofundado e integrado.






sábado, 4 de fevereiro de 2017

Dakini Tradutora

Dakini Espertinha Tradutora a pleno. Livro maravilhoso. Open Heart, Open Mind (Coração aberto, mente aberta), de Tsoknyi Rinpoche, maravilhosamente bem escrito e bem editado por Eric Swanson. Trabalho vergonhosamente atrasado para a Lúcida Letra, do publisher Vítor Barreto. Mas o original é tão bom, tão fluido, que a tradução vai ficar ótima. Não compensa o atraso, mas pelo menos evita mais atraso na produção.
Tsoknyi Rinpoche é um grande tulku de uma família de tulkus poderosos. Irmão de Chokyi Nyima Rinpoche, Tsikey Chokling Rinpoche e Mingyur Rinpoche, seus sobrinhos (filhos de Tsikey Chokling Rinpoche) são Phakchok Rinpoche e o yangsi (reencarnação) de Dilgo Khyentse Rinpoche, um dos maiores lamas do século 20. São os expoentes da nova geração de grande lamas. Seus ensinamentos e seus livros são voltados para os ocidentais, facilitando imensamente a compreensão da doutrina budista. São lamas que seguem as pegadas pop de S.S. o Dalai Lama, assim como o célebre Dzongsar Jamyang Khyentse Rinpoche.
São celebridades no mundo budista e utilizam as mídias sociais para se comunicar com a sangha e com interessados e curiosos. Publicam livros com seus alunos, fazem filmes, documentários. Dão montes de entrevistas. São joviais, informais até. Mas são tulkus. Bodhisattvas avançados no caminho. Sábios. Detentores de linhagens.
No livro em que estou trabalhando, Tsoknyi Rinpoche apresenta o conceito de vacuidade (shunyata) com uma simplicidade até hoje inédita para mim. E agora vou voltar pro texto, no trecho em que ele dá instruções para a prática de shamata sem objeto - e sem enrolação.



Imobilidade

Aquela hora em que o tempo parece parar. Ou diminuir a velocidade.
Lembro vividamente dos verões em Tramandaí. Nesse horário o mar muda. O vento cessa ou abranda. O sol parece transfixar tudo que toca - inclusive a mim.
Olhando pelos janelões do apartamento, os prédios e árvores do outro lado da rua parecem mais imóveis que o habitual. Paradoxalmente congelados ao sol abrasador.


Lótus

Thich Nhat Hanh é um mestre fenomenal. A singeleza com que ele ensina é encantadora.
Sem lama, sem lótus.
A analogia com o lótus, cujas raízes repousam no lodo e cujas flores abrem-se imaculadas ao sol, acima da linha d'água, refere-se à pureza, à iluminação, ao caminho para a iluminação, à divindade. Ensinamento milenar, muito anterior ao budismo e que se espraia por todas as tradições filosóficas e religiosas surgidas na Índia. No Egito o lótus era associado ao Sol e ao renascimento.
Numa pesquisa rápida agora, vi que na Índia o lótus mais sagrado é o rosado. No Egito, o azul.
Os meus dois não têm cor. Pensei em fazer o que compartilho com Lízia colorido. Ela não quis. Talvez eu faça o preenchimento do meu. Terei é que decidir a cor. :)


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Sem (des)controle

Sabedoria do guardanapo é muito massa.
De uns dias pra cá, integrei esse conhecimento de modo mais orgânico no meu dia a dia. Ainda falta integrar minimamente no trânsito, afff.
Tô cada vez mais atenta aos meus padrões. Ao meu determinismo psíquico. Na real, sobre uma parte de minha mente eu não tenho controle. Mas descobri que ela existe. E estou observando seu funcionamento. Meu novelo emaranhado está cada vez menor. Já desfiz muita maçaroca.
O que é meu. O que não é. Como eu lido com as situações e as pessoas. A busca por conflito como forma de ter emoções intensas. Como neutralizar esse padrão?


Telão

23 polegadas. O mesmo tamanho da tela que uso na editora. É outra vida pra trabalhar. Facilita muito. E agiliza muito, especialmente quando uso Word e PDF ao mesmo tempo.
Hoje fui cedo pra editora, fiz perguntas pra Dharana, que me indicou a loja - FGTec Informática, fone 3013-1377, http://www.fgtec.com.br/, que eu também superindico - e o melhor monitor na relação custo-benefício. E aqui está ele. O note fica escondido atrás. Hehehe. Gambiarra.
Também já orcei um desktop. Para breve.
Gostei do preço. Gostei também do atendimento.
E os gatos gostaram da caixa nova, que vai ficar atravancando por uns tempos.



Fogo, fire, fuego

I'm a Capricorn. But I'm so Sagitarius. And Aries. People see - and feel - basically the Fire in me.
Be sure and beware: It's not a silly fire at all. It's a huge fire. Burning. Blazing. Glaring. Sometimes ravaging.
But, most of all, warming. Life nurturing.
Right now, I'm feeling so mild. And mellow.


Não existem dois fogos iguais. Cada pessoa brilha com luz própria, entre todas as outras. Existem fogos grandes e fogos pequenos, e fogos de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem fica sabendo do vento, e existe gente de fogo louco, que enche o ar de faíscas. Alguns fogos, fogos bobos, não iluminam nem queimam. Mas outros, outros ardem a vida com tanta vontade que não se pode olhá-los sem pestanejar, e quem se aproxima se incendeia.
- Eduardo Galeano