segunda-feira, 13 de março de 2017

Árvores e céu

No caminho para a editora tem paineiras. Estão lindas desde a semana passada. Hoje parei pra fotografar essa aqui. Rosa intenso, a minha favorita.



E o que é esse céu hoje?
Semana começando maravilhosamente. Ainda mais que pensei que fosse esfriar, mas felizmente a temperatura não baixou muito. O suficiente pra não precisarmos de ar-condicionado e trabalharmos com o janelão aberto.
Só falta meu telefone ser consertado logo e eu poder voltar a usá-lo.



Eu

Eu fico. Às vezes mais, às vezes menos.
Eu estou. Às vezes mais, às vezes menos.

EU SOU.
Sempre.
Desde sempre.
Pra sempre.


domingo, 12 de março de 2017

A arte e a ciência da beleza


 Minha filha deu a dica sobre Lisa Eldridge. Fui olhar a massagem facial dela e me embasbaquei com o primeiro dos tutoriais de maquiagem que resolvi assistir. Este: https://www.youtube.com/watch?v=RAneUTr8mog. Não é aquelas coisinhas "faça sua maquiagem de Marilyn Monroe"; é uma aula de história. História da arte. História da ciência da beleza. História do build-up de uma estrela e de sua make-up.
Marilyn Monroe não acordava Marilyn Monroe.
Marilyn Monroe não nasceu pronta, não surgiu do nada, nem materializou-se de uma hora pra outra. Foi um processo, um aprimoramento, um trabalho cuidadoso que produziu a estrela de cinema e o ícone absoluto de beleza e sensualidade.
Marilyn era linda - e tinha uma inteligência ainda maior do que a beleza. Lamentavelmente, maiores ainda que a inteligência eram as feridas emocionais.


Em sua meteórica trajetória para o estrelato, MM contou com o talento de outro artista para criar a imagem imortal de deusa: Allan "Whitey" Snyder, seu maquiador. Foi ele que desenvolveu o look de Marilyn ao longo dos anos, estudando meticulosamente cada milímetro daquele rosto naturalmente belo e elaborando a maquiagem que realçava os traços físicos para com isso fazer resplandecer a aura do mito - a beleza ofuscante. Foi Whitey que fez também a derradeira maquiagem de Marilyn.



sábado, 11 de março de 2017

Precisa escolher?





Sim.
Não.
Talvez.
Todas.

Nada nem ninguém em lugar algum

Quando é impossível a raiva surgir dentro de você,
você não acha inimigos externos em parte alguma.
Só existe um inimigo do lado de fora se existe raiva por dentro.
– Lama Zopa Rinpoche

Verdade verdadeira.
Desliguei-me por completo de algumas situações e pessoas que me provocavam raiva ou simples desconforto. Como? Resolvendo DENTRO de mim o que causava raiva ou desconforto. O motivo da raiva ou desconforto não estava fora, nas situações ou nas pessoas. Estava em mim. Na forma como EU via, como eu identificava e interpretava a mim e o que existe fora de mim.
Os fenômenos não são bons nem maus. Essas qualidades são imputadas a eles. Na real, na realidade última, os fenômenos não são nada além de qualidades imputadas a eles, né non? Entonces, nada de perder tempo e desperdiçar energia sentindo raiva de situações e pessoas. Existem tantas situações e pessoas para estimular o amor, a sabedoria e a compaixão... É para elas que eu olho. É com elas que me identifico.
Assim como  a raiva e o desconforto, o amor, a sabedoria e a compaixão não estão do lado de fora, nas situações ou pessoas. Estão dentro de mim.
Eu, Lúcia Brito, Dakini Espertinha, identifico e interpreto a mim e o que existe fora de mim com o amor, a sabedoria e a compaixão. E é isso. É nisso e nessa que sou e estou.

Recriação

Os fatos e minhas reações a eles foram tantos, tão variados e tão maravilhosos nesse verão que estive especialmente elétrica na última semana. Ainda assim (e talvez por isso também), encerrei o uso da quetiapina e do escitalopram. Nada planejado. Aconteceu.
A quetiapina parei de usar no carnaval e contei pra minha terapeuta ao retomarmos as sessões na primeira semana de março. Parei de tomar porque percebi que o remédio para me manter dormindo a noite inteira estava me deixando chumbadíssima antes de eu deitar. E que eu andava dorminhoca, engatando 10 a 12 horas de sono quando podia. Fiz a experiência de não tomar a medicação nas férias e vi que realmente não precisava mais. Voltei a dormir normalmente.
O escitalopram foi totalmente por acaso. Os comprimidos acabaram na sexta-feira da semana passada, não comprei no sábado porque estava envolvida com o churras da firma aqui na laje. Domingo não saí, segunda e terça esqueci, quarta teria terapia, então deixei para resolver na sessão. Na verdade, cheguei a cogitar não comentar nada com minha terapeuta (que é psiquiatra). Foi Flavia que me incitou a falar. Em mais uma das centenas de trocas com minha soul-sister, percebi que eu estava me preparando para seguir no padrão de evitar confronto deixando de me manifestar. Fiz diferente. E o resultado foi ótimo. Claro.
Sobre esse padrão ainda tenho que refletir mais. Não é covardia. É acima de tudo procrastinação. Tento ir levando coisas que não quero levar por não saber como me livrar delas ou ajustá-las. Quando não dá mais, em geral acontece uma ruptura mais ou menos explosiva. No trabalho, tinha a ver com os atrasos nas traduções. Atrasava e não falava nada pras editoras. Péssimo. Nos relacionamentos - sociais, pessoais, amorosos - ficava tentando aguentar coisas que não aguento. Em vez de dizer sem rodeios, ficava calada ou nas charadinhas. Péssimo.
Nova identidade. Novo olhar. Nova paisagem mental.
Os trabalhos fluindo. Eu curtindo cada vez mais o que faço e a qualidade com que faço. Quando faço, no tempo que levo para fazer.
Nos relacionamentos sociais, pessoais e amorosos a mesma coisa. Curtindo as novas pessoas com quem me relaciono e o modo como me relaciono.
Meu novo olhar, minha nova identidade - a forma como eu olho para mim e para o mundo, a minha nova paisagem - atraíram novos tipos de olhares e de identidades. Olho para trás e me vejo livre de certos padrões. Fora da velha paisagem. As coisas que faziam sentido para a velha identidade simplesmente não servem mais. Des(eu)dentificação. Salvei-me de mim mesma.


Consumidora muito satisfeita

Atendimento excelente é tudo. E é raro. Comprei cartucho pra impressora na MAK Soluções em Impressão. Liguei pra loja do Shopping Total, e a funcionária supereficiente e gentil me explicou que:
- sim, o cartucho da impressora nova deveria mesmo ter acabado, apesar de pouquíssimo uso, porque o cartucho da HP vem com 1ml de tinta! (Affff, dá pra acreditar numa cretinice dessas? A impressora vem sem cabo USB também; por sorte eu sabia quando comprei, ou teria chegado em casa e surtado de raiva porque teria que voltar na loja.);
- não, eu não deveria comprar 2 cartuchos; melhor comprar 1 e ver quanto rende, porque cartucho parado resseca. (O que explica os perrengues que tive com os cartuchos da antiga impressora.)
Segui as orientações e agora tô imprimindo o material desejado sem ter gasto além do necessário.
 
 

quarta-feira, 8 de março de 2017

O que eu vi hoje


Comecei vendo um céu mágico ao sair pra editora.
Vi minhas colegas queridas, de quem sinto falta nos finais de semana. E que sentem o mesmo. Porque somos uma pequena e alegre família espiritual. Só de mulheres.
Vi meus vários trabalhos em andamento. Três autores: Rodrigo Chemim, Donald Trump, Napoleon Hill.
Vi a chegada de uma nova tradução. Romance histórico, uau! Amei. Vi a editora ficar empolgada com a minha empolgação com essa proposta de trabalho.
Vi que vejo meu trabalho e meu talento com um novo olhar. Vi que me vejo com um novo olhar.
Vi uma bebezinha olhar pra mim na 24 de Outubro. Olhei pra ela, sorri e abanei. A bebê pirou, para um certo espanto inicial do pai, pelo que vi. Riu. Abanou. Mandou beijos. E ficou me olhando a sorrir enquanto eu seguia meu caminho sorrindo.

Aparências

Mensagem do Lama Samten para as mulheres.

Os Budas surgem das mais variadas formas.
Sempre são a manifestação lúcida e mágica de Samantabadra/Samantabadri.
Que maravilha!!!
Sempre foi assim, sempre seguirá sendo assim.
O Buda no corpo Nirmanakaia é inseparável da mandala de Samantabadra/Samantabadri, o que descreve sua perfeição.
Sua aparência corresponde à aparência dos seres que ele busca beneficiar. Sua essência manifesta essa aparência como meio hábil para poder ser visto, ouvido, tocado e lembrado pelos seres em sofrimento, e assim poder exercer sua presença e irradiar seus benefícios.
Nesse dia meu voto é que cada mulher possa reconhecer sua essência como inseparável do espaço infinito e lúcido - Samantabadra/Samantabadri - que se manifesta não dual com cada aparência e seu observador. E que cada aspecto de sua existência feminina - seja externo, interno ou secreto - brilhe como o arco-íris luminoso que surge magicamente no espaço, leve e encantador, para benefício de incontáveis seres em todas as direções, além do tempo.


O Buda não tem gênero.
Nesse mundo dual de aparências, vejo-me como uma Dakini, uma representação feminina do conceito da iluminação. E pretendo atingir a iluminação em corpo de mulher. Debaixo de um flamboyant. Ou quem sabe como um homem trans. Ou uma mulher trans. Qual a diferença? Para um Buda, nenhuma.
São as mentes condicionadas - e preconceituosas e misóginas - que precisam aprender isso e evoluir. Inclusive e principalmente no budismo. Não tem ordenação completa para mulher? Tô fora. Um monge noviço tem prioridade sobre uma monja sênior? Tô fora.
Proclama que a iluminação só pode ser atingida em corpo masculino? Tá por fora e eu tô fora pra sempre. 
Como poderia a mente clara e desperta, inata e fundamental de clara luz, além da dualidade e da não dualidade, inexprimível em palavras e conceitos, precisar de um corpo de homem para se manifestar?
Já está mais do que na hora dos tulkus começarem a vir em corpo de mulher. Só acho.

segunda-feira, 6 de março de 2017

E-mails

Hoje coisas boas vieram pelos correios e por e-mail.
O autor cujo livro editei, preparando o texto, enviou suas observações. Foram mínimas. Aceitou todo o trabalho, comentou que percebeu o objetivo de deixar a linguagem mais apropriada para o modelo do livro. Eu estava apreensiva. Tenho certeza do acerto de minhas decisões, mas algumas pessoas reagem mal a edição e preparação de texto.
É a primeira vez que edito um livro que não seja de meu ex-marido ou do meu lama. Com esses dois sempre foi tranquilo. O ex escreve maravilhosamente bem, então o trabalho nunca foi muito difícil, era basicamente correção ortográfica e uma eventual reorganizada, às vezes tirar coisas e propor inclusões ou detalhamentos. Meu lama me deu liberdade total em todos os livros que preparei. Na maioria das vezes, recebi transcrições de ensinamentos e selecionei o material e organizei o texto de acordo com o tema do livro.
Nos tempos de Zero Hora, jamais tive problemas com repórteres ao editar. Mesmo quando as reportagens ficavam em um terço do tamanho original por questão de espaço, os autores percebiam o cuidado com que eu tratava o texto deles. Nunca fui uma editora que cortasse a matéria pelo pé ou a facão. Ia tirando gordurinhas aqui e ali, preservando ao máximo a estrutura de texto pensada pelo repórter.
O outro e-mail veio de um cliente. Trabalho.

Ainda sobre sábado

Aqui uma fotinho do bando todo:


Hoje já começamos a tratar do próximo encontro, na casa da Carla. Deliberações sobre o cardápio. Pro lanche matinal levei o resto do pão de queijo que preparei na máquina de fazer pão no sábado e que foi um grande sucesso. Tô craque em pães e bolos na MFP (máquina de fazer pão).
A função de piscina e montes de bebida gelada no sábado me estragaram. Tô resfriada, com uma puta dor de garganta de novo desde ontem. Mas o problema mesmo é o ar-condicionado. Eu adoeci na sexta, senti.

Correios

Semana começando maravilhosamente bem. Chego em casa da editora e encontro dois pacotes dos correios.
O primeiro uma tradução. Nossa, fazia tempo que entreguei esse trabalho, nem lembrava. Mais um livro para reler. Atenção plena em linguagem simples, de Bhante Henepola Gunaratana, que traduzi para a Gaia. Tradição Theravada. Título totalmente adequado. Bhante Gunaratana ensina com aquela facilidade que só os mestres consumados possuem. Adorável. Tratar de reler logo e resenhar no Goodreads.
Ao lado da cama já estou com a biografia do Steve Jobs e Com licença, posso entrar?, da Ju Farias (este já li boa parte). E ainda tenho 1945 e Hitler, que ganhei há tempos do Eduardo e Lízia, por ter ficado fascinada com a horrenda história do nazismo ao traduzir a espetacular história geral de Michael Evans sobre a Alemanha de Hitler. A história se repete - como farsa ou tragédia. O atual avanço de ideologias racistas, xenófobas, belicistas, misóginas e extremistas em geral ao redor do mundo remete ao triste passado recente da Alemanha.


A outra entrega foram os três vestidos da Kanui. Adorei. Minhas compras pelo site foram um sucesso até agora.
As três regatas são de uma malha ótima, a costureira que fez bainhas mais curtas elogiou um monte. Comprei tudo tamanho M. As regatas ficaram soltinhas e compridas, talvez a P servisse, mas eu não ia trocar, ainda mais porque poderiam ficar apertadas, e já tenho várias justas. Bastou encurtar pra ficarem perfeitas. Visual sapatônico fashion.
Dos 3 vestidos M, um ficou perfeito, um ficou bem solto (poderia ser P?), e o outro ficou justo (poderia ser G?). O que ficou bem solto está ótimo no comprimento, tem um ar hippie, parece uma bata, acho que vou usar com calças skinny também. O que ficou justo tem elástico na cintura. Eu detesto esses elásticos. Abomino. Odeio. Amanhã vou levar pra costureira tirar, aí vai ficar perfeito, soltinho. Não suporto coisa apertando na cintura. Não sei por que essa moda de elástico em tudo, affff.
Espero que amanhã entreguem os dois óculos que comprei na Kanui. E agora chega! Não posso olhar mais nada nesse site.

Vestido hipponga, floral com o elástico odioso,
listrado perfeito e regata de leão para Tigrinha


domingo, 5 de março de 2017

Comer, beber & confraternizar


Ontem fizemos o churras da firma aqui na laje. É raro eu receber em casa.
Minhas colegas Carla, Dharana e Hevânia são do seleto grupo de parcerias confirmadas. Pessoas com quem eu gosto de estar, de conversar. Adorei tê-las aqui.
A gente trabalha, come e se diverte juntas. Somos muito diferentes, mas a nossa interação é cada vez maior. Temos o nosso MasterMind, pode-se dizer.
Carla veio com o namorado. Hevânia com a mulher e o filho.
Muita risada, muita música, muita conversa. E muita comida e muita bebida, os fatores que aproximam. Aglutinadores sociais.
Aí, a Adriana Schnell me mandou esse vídeo lindo hoje, tudo a ver com nós 4, que começamos dividindo bolachinhas e chocolate, e agora compartilhamos pão, chimarrão, bolo... E fazemos um encontro mensal pra passar mais tempo conversando.


Lágrimas



Terminei a leitura de "As cordas mágicas" agora. Em lágrimas. Emocionada. Romance lindo.
No livro, a Música diz que as criancinhas agarram um talento ao nascer. O personagem Frankie Presto agarrou a Música, e ela foi sua mãe, seu amor, sua amante, acompanhando-o do primeiro ao último instante. Se é assim, Mitch Albom agarrou a Literatura com suas mãozinhas de bebê.
Com as cordas mágicas de seu violão, Frankie Presto alterou vidas em momentos cruciais, quando a Música que verteu por seus dedos estava em harmonia com seu coração amoroso. Mitch Albom, como seu Frankie Presto, tem o dom de emocionar e inspirar.
"Lágrima" é a primeira e a última música na vida de Frankie Presto. Composição do grande Francisco Tárrega. Ouvi enquanto traduzia, ouvi hoje, depois de fechar o livro.


Massagem facial Tanaka

Comecei a fazer essa massagem há cerca de duas semanas. Estou gostando muito. Minha pele já está mais bonita. Tenho usado Bepantol para fazer os movimentos, e a pele fica hidratada sem oleosidade. É muito fácil e muito rápido.


Queimaduras

Foi feio o estrago nos meus pés por causa da caminhada descalça na segunda-feira passada. O que eu inicialmente pensei que fosse um encardido era na verdade queimadura. A pele ficou escura. Só agora está melhor. Ontem enfim parou de doer, mas as almofadinhas ainda estão sensíveis.


sexta-feira, 3 de março de 2017

quinta-feira, 2 de março de 2017

LUZeiro TRANSbordante

Um olhar* de FOGUEIRA*, um sorriso* de LUZEIRO* e uma expressão de PLENITUDES*!!! Ser de Capricórnio* é AVASSALADOR*!!! ★ ^_^

→→→ 22:22* & TRANSbordamentos* AND LUZeiros* (...) ★ ☆


Ser de Capricórnio feliz em casa, no trabalho, na rua, na vida. LUZeiro TRANSbordando.
TRANSbordamento de LUZ.
De-lírios para pessoas à flor da pele.




quarta-feira, 1 de março de 2017

Um rio em minha vida



Escola do meu coração. 33 anos sem ganhar. Agora enfim o 22º título. Com um enredo sobre rios. "Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar."
Águas doces de Oxum.
Senhora Mãe deu sorte pra escola. Que emoção.
Oxum e Oxóssi como porta-bandeira e mestre-sala. O reino da Mãe no carro com a águia. Noooooossa!!!

Fim das férias

De volta em casa. Feliz da vida. Linda e leve. Leve e linda.
A temida viagem de volta foi melhor que várias outras idas e vindas neste verão. Inacreditável. Saí de casa em Capão às 20h30. Às 22h10 estava aqui em casa.
Minha informante Dharana avisou às 19h que a Freeway estava fazendo jus ao nome. E me recomendou o app da Concepa pra acompanhar a movimentação. Genial!
Pouco depois Eduardo falou a mesma coisa sobre a tranquilidade do trânsito. Juntei tudo rapidinho e peguei a estrada. Que bênção! (Outra.) Tinha me programado pra vir de madrugada, baita função.
Viagem maravilhosa. Curtindo dirigir à noite. Segura. Tranquila. Pensando apenas em coisas boas.
Chegar em casa e reencontrar Lelonid, que alegria. O amor desse gato por mim me faz transbordar.
Ludox só apareceu às 23h30, vindo do telhado. Percebeu que eu havia voltado, chegou miando alto, coisa que nunca faz. E fez mil gracinhas pra mim antes de descer do telhado. Amado!
Primeira cerveja em vários dias. Pra brindar às férias, ao fim das férias, a tudo de bom.