domingo, 20 de abril de 2014

Depth of My Soul

Que beleza ouvir isso agora, no intervalo do trabalho, antes de sair pra uma corrida depois de uma semana sem treinar nada. TC as good as gold. Essa faixa, porque no geral o álbum Saudade é todo bossa-nova, que eu abomino.  Bossa-nova e reggae. Não suporto. Mas essa música, e a voz dessa mulher... what a dive in the depths of my soul.
Bem, na sexta-feira voltei pra musculação de novo. Maravilha academia que abre direto. O feriadão serviu pra retomar os treinos e o mais importante e essencial: concluir o último trabalho atrasado, um serviço voluntário no Dharma. Fim de um ciclo.
No novo ciclo, a corrida de momento não tem lugar - nem brilho. Não tenho vontade de correr. Nenhuma. Zero. Será que volta? Espero que sim. Mas, se não voltar, tudo bem também. Coisas pra fazer não me faltam.
Meu novo ciclo me abriu para a retomada da meditação, da recitação de mantras e, ontem, do tricô! Fiz algo que não fazia há anos: sentei na frente da TV e engatei no tricô. Agora vou usar as lãs e linhas que comprei em 2011 e não teci. Pior, comecei três trabalhos diferentes e deixei tudo inacabado. Ontem desmanchei um deles e recomecei, vou fazer outra coisa.


Where our world falls to pieces
and the moonlight starts to hide,
in a million little splinters,
in the corners of our mind.
Where endless colors
they are swallowed by the sun,
in a trail full of echoes,
just before they had begun.
And fountains full of flowers,
on islands full of tears.
Weeping willows and fireworks
explode then disappear.
You believe what you see,
all the things that you know.
But oh, you don't know
the depth of my soul.

Karma's just a key,
unlocking every gate.
Eyes are just mirrors
putting us to our fate.
The sound of hello,
like a light to the blind,
sending us on a spiral,
through a world of goodbyes.
All the truth that we crave
its our fruitless parade,
in a circus of our shadows
where we play our charades.
You believe what you see
all the things that you know.
But oh you don't know
the depth of my soul