quarta-feira, 24 de maio de 2017

Superfaturamento e fraude

Em 1549, empreiteiros já estavam aqui firmes e fortes na roubalheira.
Acompanhados de governantes notoriamente corruptos.
Eu acho - só acho - que bom seríamos voltar às casas de Cadeia e Câmara unificadas. Mas poderíamos unificar geral, transformando as atuais câmaras em cadeias.




terça-feira, 23 de maio de 2017

Lírios e delírios, tudo nosso



Ser de Capricórnio e Libra na mó brisa.
Quatro meses de reencontro, de sintonia espiritual, emocional e mental.
Lírios e delírios. Na pele, à flor da pele, na mente, no coração.
Para comemorar, lírios perfumados.
É tudo nosso.


Feito, sendo feito, por fazer


E estou fazendo. E ainda tem muito o que fazer.
Uma nova paisagem interna. Uma nova realidade externa.
A validação externa auxilia na pacificação interna.

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Forcejo


Hoje foi bruto. Mas foi.
E agora estou moída dos 16km e da musculação de ontem. :)
Treinar à noite talvez esteja interferindo no meu sono. Na real, ando notívaga. A tradução tem fluído à noite - tarde da noite. Na real, a tradução tem fluído. É sentar e acontece.
Com a corrida é o mesmo: é sair e acontece.
Musculação idem.
E nos três casos um só desafio: vencer a inércia. Que é cada vez menor.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Boicote neles!

Lista de utilidade pública. As marcas da JBS.


Proteína animal:
Anglo
Bordon
Excelsior
Frangosul
Friboi
Swift
Lebon
Target
Maturatta Friboi
Angus Friboi
Reserva Friboi
Do Chef Friboi
Seara

Laticínios:
Amélia
Carmelita
Danúbio
Doriana
Faixa Azul
Franciscano
Leco
Mesa
Serrabella
Vigor
Itambé
Limpeza (Flora):
Lavarte
Minuano
Assim
Mat Inset
No Inset
Fluss
Brisa
Lavarte
Boa Noite

Cosméticos (Flora):
OX
OX Men
Neutrox
Francis
Hydratta
Albany
Protege
Karina
Phytoderm

Outros:
Funpet (ração para animais)

E ainda da J&F Participações, do Joesley Safadão:
Alpargatas (Havaianas, Timberland, Mizuno, Osklen, Sete Léguas, Dupé)
Banco Original
Canal Rural
Rádio Rural (emissora de rádio que transmite música nativista gaúcha em Porto Alegre

Pouco dinheiro dei para essa máquina de corrupção. E nunca mais darei um centavo.
Lamento mesmo apenas pelas Havaianas. E as outras marcas vou memorizar.
Que quebrem todas.
Que sejam compradas por outros menos canalhas (pelo menos), já que honestos parecem inexistir.
Sonhar não custa: que todos os executivos envolvidos nessa imundície sejam presos e nunca mais tenham emprego em que possam exercer sua escrotidão. Porque não são só os políticos do executivo e legislativo e a corja do judiciário
Por algum lugar tem que começar uma faxina.
 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Foi golpe


Pobre Brasil. Nossa história é uma sequência interminável de escrotices.
E golpes.
Assim continuará sendo enquanto faltar o básico: educação.
Como Eduardo sempre repete, citando Edmund Burke: povo que não conhece sua história, está condenado a repeti-la.

IDAHOBIT

17 de maio é o Dia Internacional contra a Homofobia, Bifobia e Transfobia. Neste dia, em 1990, a homossexualidade foi excluída do CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde) da Organização Mundial de Saúde.
Há pouquíssimo tempo.
 
HOMOSSEXUALIDADE NÃO TEM CURA PORQUE NÃO É DOENÇA.
Preconceito e homofobia sim têm cura. Educação. Respeito. Empatia.





terça-feira, 16 de maio de 2017

Garmin Connect, Strava, Polar

Uma coisa leva a outra.
Meu treinador falou do Strava, fiz uma conta. Aí fui atrás e descobri que dava pra importar os treinos anteriores do Garmin Connect pro Strava. Fiz isso. Mas faltaram alguns, espero que o provedor do serviço ajeite.
Aí entrei na conta do Polar Personal Trainer hoje à tardinha. Usei um Polar de 2006 a 2012. Mas só comecei a fazer upload em 2008. Descobri que dava pra importar esses velhos arquivos pro Strava e pro Garmin Connect. Tá feito! Mas só os tempos, porque o Polar que eu tinha não era com GPS.
E do final de 2012 até maio de 2013 fica um hiato. Usei um Timex, que não tinha site pra upload.
Mas a maior parte da minha atividade corredora está agora armazenada no Garmin Connect. E no Strava.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

2 anos

Aniversário duplo da mãe. Nasceu e morreu em 15 de maio. Hoje completaria 80 anos.
Final de semana de reminiscências.
Segunda-feira também.
Recordações e novas percepções.
Perdão. Perdoei. E pedi perdão - de novo.
Autoperdão.
Gratidão.

A tranquilidade da consciência tranquila. :)
Nada como o perdão. Afrouxar. Soltar.

sábado, 13 de maio de 2017

Não me representa

Sempre detestei dia das mães.
Quando criança, ouvia o discurso (e o silêncio eloquente) e via a realidade de minha mãe por ser mãe e pai, sacrificando-se e tendo uma vida horrorosa (que ela parecia impor a si mesma, incapaz de se permitir ser feliz, incapaz de ver que poderia fazer tudo diferente, que só dependia dela), trabalhando feito louca para sustentar duas filhas e morando com os pais. Nunca vou saber por que minha mãe quis ter filhos. E por que (como disse minha irmã mais nova um dia) ainda foi ter duas filhas num casamento péssimo (e efêmero, pelo menos). Na verdade, nem sei por que minha mãe casou com meu pai. Imagino que casar e ter filhos pra ela não fosse opcional. Era uma questão social.
Para minha mãe, a maternidade pareceu significar unicamente trabalho, sacrifício, obrigações. Comemorar o quê?
Como filha adulta, era um tormento ter que pensar em presente e no célebre almoço com a mãe com quem sempre tive enormes dificuldades e que nunca consegui agradar (a não ser quando pari a neta com quem ela enfim conseguiu experimentar amor, dar e receber amor). E ainda tinha o aniversário dela em seguida. Maio era foda.
Minha mãe não era uma mãe amorosa. Eu não era uma filha amorosa. Essa data só servia para avivar meu profundo desconforto (e sofrimento) com nosso complicado relacionamento. O desconforto cessou quando me tornei mãe da minha mãe, cuidando e tentando proporcionar felicidade, alegria ou pelo menos o conforto possível. Secando gelo.
Perversa e ao mesmo tempo redentoramente, nos últimos anos de minha mãe conseguimos fazer festinhas bacanas, que ela curtiu. São as memórias que me consolam, os churrascos na casa do ex-namorado e do meu tio, algumas idas a restaurante, ela feliz (ou algo assim). Quando ela sorria e conversava eu ficava radiante. Radiante como as mães ficam ao ver os filhos felizes.
Em 2015, o derradeiro dia das mães da filha Lúcia. Eu sabia que ela estava morrendo - e mal podia esperar para que morresse logo, porque eu sabia/sentia que ainda restava algo de consciência nela que sofria, e não havia mais nada que eu pudesse fazer, que ninguém pudesse fazer, e o corpo dela definhava cada vez mais rápido, e eu me horrorizava com a ideia de que ela ainda por cima sentisse alguma dor física. Achei que ela talvez morresse no dia das mães. Não. Passou.
Morreu em seguida. No amanhecer do dia do aniversário. 15 de maio.
Talvez eu nunca tenha amado minha mãe como filha, não tenho clareza sobre isso, talvez nunca tenha. Mas talvez tenha amado como mãe. Ou algo assim.
Love bizarre.
O que eu sei com certeza é que, para o bem e para o mal, minha mãe foi uma poderosa influência. E sou grata de todo o coração (mente/coração) por tudo. A ela dedico todos os meus méritos.


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Mais fácil


Treino na Beira-Rio. Repeti os 18km. 6km pra ir, 7.000m em 12 tiros de 400m x 200m, 5km para voltar (hoje não errei o caminho de volta, como na quinta passada - usei de toda a minha sagacidade geográfica, haha).
Friozinho. Deveria ter ido de luvas.
Saí por volta das 18h, peguei um trânsito fodido (de carros e pedestres), o que me aborrece pacas. Que porre ter que ficar desviando de gente nas calçadas, especialmente de espaçosos.
Cheguei na Beira-Rio e senti um vento forte. Jeferson disse que tinha começado há pouco. No meu estágio de lerdeza, vento trava e cansa bastante. Ainda não me acostumei a dar tiros em linha reta, estão saindo bem irregulares, mas hoje já foi mais fácil.
O momento glorioso foi proporcionado pela Lua. Estava lá, indo e vindo nos tiros, e vislumbrei o clarão por trás de um prédio. Logo depois surge ela, enorme, amarelada.
Voltei pra casa extasiada. Olhando pra ela, ela olhando por mim.


quarta-feira, 10 de maio de 2017

Não vai cair no Enem



Lançado hoje no YouTube o canal Buenas Ideias! Com Eduardo Bueno.
Começou maravilhosamente com "O descobrimento do Brasil - Não vai cair no Enem".
Não sei quantas vezes ouvi Eduardo contar trechos da saga portuguesa. E sempre é empolgante, vívido. Eduardo tem um talento raro para escrever e narrar. História é fascinante. E é lamentável que a forma como o ensino escolar transforma a história numa chatice. Felizmente está mudando. Historiadores e jornalistas estão devolvendo à história o que ela tem de mais inato: ritmo de aventura.

Vesak

Data especial para budistas. Lua cheia de maio. Aniversário do Buda.
E pude admirá-la linda, linda, linda, essa Lua tão especial.
Caminhando pelo Parcão, voltando de uma sessão de terapia daquelas. Olhando a sombra, aquilo que é sentido e manifestado sem controle, que vai de encontro ao aspecto luminoso.


terça-feira, 9 de maio de 2017

Amada minha

Ela.
Sempre ela.
Me iluminando e enfeitiçando.
Seduzida fui por ela.
Tão longe, tão perto.

 
Ontem corri ao luar baço. Olhando pra Lua sempre que possível. Na Redenção e pelas ruas. Mágico.
A Lua entre as palmeiras da Redenção e da Osvaldo Aranha me extasia. Como é bom treinar de noite e  apreciar esse cenário.
De início estranhei horrores treinar à noite. Agora acostumei. Pra academia inclusive vou tarde, tipo 20h, 21h. Menos movimento. Mais rendimento antes.
A temperatura tem ajudado muito. Tenho que engrenar bem no treino noturno antes da chegada do frio. Depois será aquele monte de roupa pra suar e seguir gelada. :(
Hoje fui pra academia tarde. Pra esperar por ela.



Presença

Chega de mansinho.
Geralmente do meio para o fim da tarde.
Muitas vezes ao pôr do sol. Sua presença faz lembrar de vários pores do sol no posto de observação tradicional, a prainha na frente do museu Iberê Camargo. Hoje lembrei de um pôr do sol específico, com chimarrão. Lembrei do colar que eu estava usando, de regata. Das fotos que fiz.
Hoje veio aquela vontade de ir lá pra prainha. Mas não ia rolar pôr do sol. Ainda bem, porque está rolando muita tradução. Não vou mais seguido pra prainha por causa do trânsito. Mas vontade tenho quase todos os dias. É eu estar aqui na minha mesa, e o céu começar a alaranjar, e já me transporto.





segunda-feira, 8 de maio de 2017

Brindex

Quem me falou "brindex" certa vez foi Pedro Mello. No tempo do Água na Boca. Lembrei dele nesse final de semana, correndo. Pedro corria.
Registros de um domingo de sol, curtindo uma bock e a rede. E Lelonid Gatiliev.
O desejo dominical foi bem específico: cerveja preta. Nenhuma outra brilhou. Dessa vez a cerveja não me fez mal. :)
Bem mesmo me fez o reencontro com Libra, a troca de energia na mó brisa.
Kindred soul.
Amizade que purifica, pacifica, estabiliza e harmoniza.



Ela tá que não para

Tá que não para.
Tá que não para.
Tá de volta a safada.

Não resisti à treta com MC Livinho. :)
E hoje teve treino depois de uma longa negociação com minha inquilina, a vizinha do andar de baixo e meu hidráulico pra consertar o vazamento que virou novela. Das 16h às 18h no WhatsApp negociando. Tem que ter paciência e foco. Missão concluída com sucesso. Inquilina e vizinha conformadas com o transtorno e apaziguadas por verem que estou me puxando pra resolver o perrengue. Agora é quebrar tudo e descobrir onde está a porra do vazamento. Coisas simples que se tornam complexas. Chato. Mas, mantendo a mente focada em fazer dar certo, acaba dando tudo certo.
Teve visita à dona Eni no hospital, 80 anos, mãe da minha amiga Rosa. Ela gostou muito de mim quando me conheceu em dezembro, no aníver da Rosa. E eu dela. Rosa me avisou hoje de manhã da internação, aí fui dar um abraço nelas. No meio da visita começou a treta do vazamento, aí fiquei doidona. Vou voltar com um bolo, mais tempo e mais calma.
Minha mãe completaria 80 anos daqui a exatamente uma semana.
Me faz bem fazer companhia, levar sorrisos, energia de luz. Carinho sincero.
Natural born caregiver.
E aí o treino. Ó delícia!
Melhorando na pista.
Volume aumentando suavemente. Hoje acabou rolando 15km. Suave.
Coisa boa treinar direito, com um planejamento bem feito. Treinar por conta, sem compromisso, pra mim não rola.
O que está me fascinando nesse estágio da retomada é ver que a cada dia fica mais fácil fazer volume. Há um mês eu me estrebuchava pra fazer 10km. Hoje os 15km foram na boa. Tão na boa que 7km foram pra soltar, a caminho de casa; 4km de aquecimento; 4.000m foram tiros de 600m, 400m, 200m com pausa ativa de 200m entre eles e de 400m entre as séries e no final. Conseguir fazer esses intervalados sem ter a impressão de que vou desmaiar é muito empolgante. Porque teve um longo tempo em que simplesmente odiei pista, era um esforço insuportável. Foi um dos motivos pra eu perder totalmente o tesão pelo treino. Tem que ser gostoso, tem que dar barato fazer força. Só assim pra eu aguentar o esforço. Dor inevitável. Sofrimento opcional.
Mas bom, bom mesmo é o que eu sinto logo que encerro o treino. Chego em casa a mil.
Agora, depois do banho e do jantar, está vindo o cansaço. Cansaço bom também. Sem exaustão. Suave.



Em mãos

Hoje enfim vi O manuscrito original. Ficou muito lindo. E está muito bem traduzido e editado. Para quem gosta de autoajuda financeira vale a pena. Até porque é clássico do gênero. E tem umas dicas muito boas. Eu aprendi bastante coisa e estou exercitando várias delas.
De todas as edições que vi desse livro, em inglês e português, a nossa é sem dúvida a mais bonita, mais limpa e mais bem editada. Uma das edições em inglês tem um erro horroroso, um texto repetido, totalmente fora de contexto.
Foi muito foda, mas ficou foda.
Orgulho.
Satisfação.


sábado, 6 de maio de 2017

5 anos atrás

No dia 2 de maio completaram-se cinco anos da minha cirurgia para retirada da hérnia de disco em L5-S1. Dessa vez não lembrei na data. Hoje o Facebook mostrou essa foto nas lembranças. Domingo, 6 de maio de 2012. Eu voltei para casa no sábado, dia 5.
Não lembro se essa foto eu fiz antes ou depois de sair com Lízia, obriguei ela a me acompanhar numa caminhada até o Parcão e depois Zaffari. Se ela não fosse, eu iria sozinha, estava louca pra dar uma banda. Lá fomos. Ó alegria! Na ida. Quando chegamos no Parcão eu estava cansada. Bem cansada. Pra ir até o Zaffari e fazer poucas compras (lembro até hoje do iogurte Batavo de morango, pote de 500g, com pedaços de fruta, primeira vez que comi) eu mal aguentava em pé. Pegamos um táxi na volta.
Coisas de Lúcia Brito.
Naquela noite mal dormi. Uma agitação insuportável. Que durou mais uns dias. Tempos depois, conversei com o neuro clínico, e ele perguntou o que eu estava usando de medicação. Nada. Saí do hospital e não tomei mais nada. A agitação foi síndrome de abstinência. Eu tomava doses cavalares de gabapentina e tramadol antes de ser internada. No hospital eu nem sei o me deram, só sei que era muita coisa. Aí tirei tudo de uma vez só.
Coisas de Lúcia Brito.


Ajardinada

No fim, agora tenho todas as flores de que minha mãe gostava e que foram lembradas desde o verão, quando brotou a ideia do jardim genealógico. Amores-perfeitos, lírios. Sakuras e violetas. Estas duas últimas fecharam a manga. As sakuras foram ideia do Jean Etienne, quando estávamos concluindo os lírios e decidi fechar a manga. Aí lembrei das violetas. E o mimoso fez 8 de cada lado, mais 2 violetinhas perto das sakuras. Nada de número ímpar.
E tenho as rosas e dálias. E as flamboyants. Estas vieram antes do jardim. E antes ainda, o primeiro lótus, pequenino. Que faz par com o grandão colorido que está no jardim e também no braço da filha, o lótus da minha vida.


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Dez8ão

Dia off na editora. Compensando as horas acumuladas.
Tarde inteira com Jean Etienne fechando a manga. :) Amei, amei.
E o treino me surpreendeu.
6km pra ir. 6.000m em 10x 400m x 200m. 6km pra voltar. Os últimos 2km apenas foram mais cansativos.
Foi impressionante fazer esse volume. Ainda mais que a alimentação hoje foi ridícula.
Orgulhosa de mim. Satisfeita.
E teve mais um trabalho concluído pela manhã. E amanhã os primeiros exemplares do Napoleon Hill finalmente serão entregues.
A capa ficou linda.


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Hoje teve!

Musculaçãozinha muito de leve. Treinador montou uma planilha de reabilitação, hehe.
Gostei do treino, gostei de mim com essa roupa, gostei dessas fotos.
Magra de novo. De volta ao peso em que começo a me sentir bem e me achar bonita. :) Sempre quero baixar mais, ficar bem mais magra, mas aí só eu gosto.
Enfim, primeira vez em muito tempo que me sinto bonita. Desde o começo do verão. Tem tudo a ver com a retomada do treino e com uma rotina bem mais saudável.



segunda-feira, 1 de maio de 2017

Terminei bem o dia

Concluí um trabalho. Tinha que ter revisado, não deu. Mas amanhã vai.
Antes de sair pra treinar, teve esse céu.
E, na volta do treino, teve uma foto linda da Lua enviada por um amigo, acompanhada de doces palavras: "Essa é só pra você...senti sua presença!!! Beijos".


Comecei bem o mês

Teve treino. Um belo treino. Depois da procrastinação.
Saí no fim da tarde. E foi meter o pé na rua e me assanhei.
5km de aquecimento.
E a série de pista que somou 4,5km.
E mais 4,5km de solto pra fechar 14km.
Tá ficando bom.
Não era pra fazer todo esse volume. Mas estava tão bom... E eu tinha um crédito de 40 minutos, hahaha.


Tudo de bom

Você sabe que é funkeira quando está no carro, vidro fechado, aí para um do lado, vem o pancadão, e já é. No caso, veio o som da violinha da abertura de "Tudo de bom", do MC Livinho. E a pessoa aqui começou a cantar: "Dá uma lapada no chão, dá uma lapada no chão, dá uma lapada no chã-ã-ã-ã-ão". E o novinho que estava ouvindo a música vê e sorri. Rimos um pro outro.
Já foi.
MC Livinho é dos favoritos. iPod cheio de músicas dele. "Tudo de bom" é tudo de bom. Combinação esperta da viola com a batida. Bem produzida. Bem cantada. MC Livinho é tudo de bom. O todo-bom.


Não troca o disco? Quebra essa porra!



Enquanto me redescubro e me reinvento, percebo padrões "disco arranhado"  ou "música insuportável que não param de tocar".
Blá, blá, blá.
Mimimi.
Lenga-lenga.
Mente presa na doença. Repetindo uma ladainha.
Mas aqui em casa não. Comigo não, violão!
Porque eu não sou analógica há décadas. Se eu não ouço nem CD, que dirá disco arranhado.
Tô só nos arquivos digitais. FLAC, ALAC.
E sem rádio. Só ouço o que quero.

Assertividade

Deixando claro para mim o que quero. E para os outros.
Franqueza. Objetividade.
Nada de ficar tentando secar gelo, como disse uma pessoa com quem troquei algumas poucas palavras. O suficiente para ver que não havia motivo para dizermos mais nada. Direto. Rápido. Simples. Indolor.
Sem tempo, sem paciência e acima de tudo sem vontade de tentar negociar o inegociável. Lucidez sobre o antigo comportamento de contemporizar, de tentar aguentar, de tentar me adaptar em situações onde não era possível. Não era possível porque havia uma incompatibilidade básica entre os meus reais desejos, a minha natureza, e as situações.
Por muito tempo, cultivei deliberadamente situações onde não havia conforto.

Descobrindo, experimentando.
Quem eu sou. O que eu quero.
Percebendo outra em mim. Outra eu. E outros quereres.
Aceitação. Autoaceitação.

Linha branca


Festa de Ogum. Umbanda.
Tradição espiritual ligada à natureza e à caridade.
Fazer o bem. Espalhar o bem. Atrair o bem. Única e exclusivamente.
A fusão com o cristianismo me perturba. Mas abstraio.
Olho as imagens de santos e vejo os orixás. Os orixás, caboclos, índios e pretos-velhos eu vejo como elementos da natureza e qualidades simbolizadas por entidades "sobrenaturais" (na falta de palavra melhor).
Umbanda me agrada mais que o espiritismo porque não se prende à bíblia e à doutrina cristã. Gosto de ir em centro espírita, vinha frequentando o que tem ao lado de casa. Mas as palestras pesadamente calcadas na bíblia me afastam. Gosto do ambiente, da energia sutil, dos passes. Mas não me adapto à apresentação do conteúdo, à embalagem.
E o budismo? O budismo convive perfeitamente com tudo. Não sectário. Todo-abrangente.

Balancete

Janeiro: 19km
Fevereiro: 13km
Março: 98km
Abril: 110km

Então tá. Segundo bimestre ótimo em relação aos meses anteriores. Esse verão foi o da sedentariedade. Que bom que essa fase de repulsa pela corrida enfim passou.
Na semana passada, fiquei devendo apenas 40 minutos de trote. E não fiz musculação. A preguiça que ainda sinto pra treinar juntou-se com o rush pra fechar o calhamaço do Napoleon Hill, um livro que me desgastou como nenhum outro, pelos mais variados motivos.
Mas então. Segunda-feira. Virada de mês. Feriado. Vai ter treino. Vai ter trabalho.
Tá tendo meditação, música, incenso, perfume. Espiritualidade. Foco tranquilo.


domingo, 30 de abril de 2017

#TBT

O throwback Tuesday dominical está rolando neste exato instante. No iTunes. "Charles", do Beanfield, daquelas músicas perfeitas pra transar. Que eu descobri e ouvi massivamente enquanto estava às voltas com la passion argentina. Já vai pro iPod, gosto de ouvi-la enquanto corro.
O argentino que amava minha crista ilíaca. Jogador de rugby. "Se te tacklear, te quebro as costelas, divina." Fumava, bebia e treinava forte pacas. Monstro.
Passagem meteórica, rasgando meu céu, me iluminando e tantalizando.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Para contrabalançar

Meditação.
Todos os dias.
Desde um comentário casual da Flavia: "Você está meditando? Porque, quando medita, você fica melhor". Eu não estava. E estava precisando. Muito.
Voltei à prática com meditações guiadas. Relaxamento. Afirmações. Porque meditar em silêncio agora seria difícil. Minha mente está aceleradíssima. Zero disciplina. Zero foco. Para meditar. No trabalho está cada vez mais ajustada e concentrada.
Gostando de usar essas ferramentas de meditação. Experimentando.
Mas me causou grande estranhamento ouvir menções a deus em alguns áudios. A ideia de deus criador tornou-se totalmente inaceitável para mim. Melhor dizendo, incompreensível. Simplesmente não faz mais parte da minha concepção de realidade.
Minha espiritualidade é cada vez mais impessoal, mais mental, mais sei lá o quê. Vejo as divindades e o divino como manifestações mentais sutis. Sem condições de aprofundar essas percepções. Muito incipientes. Só sinto que, quando rezo ou quando volto a mente para algum pensamento, não estou me dirigindo para algo "fora" de mim. Uma com o universo, acessando energias aqui e ali. Ou melhor, modulando minha energia assim e assado.

Para o corpo, exercícios. Treinamento organizado. Na quarta-feira, fui pra pista sozinha, à noite. Frio pra cacete. E eu lá. E feliz por estar lá.
Ontem não rolou treino, saí da editora às 22h30.
Hoje saí no horário normal, mas estava muito zonza. Na volta, catei pinhas pra acender a lareira. Inventei de buscar a forma pra máquina de pão. (Finalmente!!!) Que indiada. Pelo menos, agora equipada pra fazer um bolo de chocolate pra levar pra editora na semana que vem, pra festejarmos o fechamento do Napoleon Hill. Porque hoje não senti alegria, nem alívio. Senti foi o rebote do esforço pra finalizar o livro.
Uma tarde espetacular. Perfeita. E eu com dor de cabeça. Azedume, irritabilidade.
Provavelmente teria melhorado se tivesse ido trotar. Mas senti mais necessidade de dar uma parada e meditar.
Assim como o treinamento físico, o treinamento mental está reconquistando espaço. Um e outro tornam-se de novo cada vez mais prazerosos e prioritários.

Finalmente foi

Semana muito pegada finalmente concluída com sucesso.
E finalmente The Law of Success, ou A Lei do Triunfo, ou A Lei do Sucesso, ou O manuscrito original, como agora será lançado, foi pra gráfica. Reli pela quarta vez o calhamaço de Napoleon Hill. Peguei várias coisas. Outra pessoa leu e pegou umas poucas que eu não vi e deixei passar.
Titivillus.
A importância de ter dois revisores (no mínimo).
É difícil pegar erros que passam por duas leituras da mesma pessoa. O olho não vê porque o cérebro lê certo.
Erro zero me parece cada vez mais algo impossível.
Embora esse livro especificamente não seja de meu agrado (muito antes pelo contrário), estou muito, mas muito satisfeita com o prodigioso trabalho de retradução e preparação. Consegui dar a fluidez possível de acordo com o original.
Em três dias de trabalho, acumulei três dias de horas extras. Eita!



segunda-feira, 24 de abril de 2017

Vestindo a camiseta

Depois de um acontecimento totalmente inesperado (e decepcionante), as coisas se reconfiguram maravilhosamente.
Segunda-feira chuvosa.
Primeiro treino com o novo treinador na Redenção. Apresentação e troca de informações.
Feliz, animada, otimista.
Ainda tenho um pouco de preguiça e má vontade antes de sair pra treinar. Mas, mal começo, fica bom e prazeroso. E estou começando a melhorar. Já não é mais só sofrimento. Corpo e mente voltando à forma.
Satisfeita comigo por ter ido atrás de uma solução e não ter parado de treinar. Não ter desanimado com o revés. Na verdade, o episódio incitou minha determinação. E fui imediata e amplamente recompensada.


Titivillus

Eu trabalhando, e Titivillus tretando
 
"Sou um pobre diabo, e meu nome é Titivillus; todo dia, devo apresentar a meu senhor mil sacas cheias de erros e descuidos em sílabas e palavras."

Assim o demônio patrono dos escribas apresentou-se em um texto do século 15. Na tradição medieval Titivillus distraía os monges escribas, induzindo-os a erros ao copiar textos.
Titivillus é chegado numa treta. Agora já sei de quem é a culpa quando deixo passar erros nos livros que reviso e preparo. Pior é que às vezes acontecem uns deslizes que parecem mesmo coisa do além.
Vade retro, Titivillus!



domingo, 23 de abril de 2017

À mão

A forma da máquina de fazer pão estragou. Enquanto a nova não chega, hoje foi dia de amassar na mão. Pela primeira vez, usei as receitas de pão integral e de pão de queijo da máquina para fazer de modo tradicional.
O pão de queijo ficou perfeito.
O pão integral está lindo. Não cresceu muito porque não tenho paciência pra amassar horas e horas. Não provei porque a essa hora não tô na pilha. Além disso, me avancei no pão de queijo.
Não consigo mais gostar de pão industrializado ou de supermercado. E padaria nunca lembro de ir.
Na real, gosto mesmo é de comer o pão que eu faço.
Essas receitas são facílimas e confirmadas, não tem erro.


Pão de queijo
1 xícara de leite 
2 ovos 
1/2 xícara de óleo 
1 colher de chá de sal 
500 g de polvilho (doce ou azedo) 
2 colheres de chá de fermento 
250 g de queijo bem picadinho

Pão integral
1 1/3 xícara de água morna
2 colheres de sopa de óleo
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de sal
2 xícaras de farinha integral
2 xícaras de farinha branca
2 colheres de chá de fermento biológico

Corrida musical

12km maneiros.
Estreias. Camiseta do Bowie. iPod do OLX, cansei de vez do MP3 player chinelão na quinta-feira. Na sexta foquei na missão de achar um melhor. Os genéricos baratinhos só são vendidos pela internet; vi um deles numa loja por R$ 100 - sem cartão SD, igual ao meu. No fucking way. Aí fui procurar iPod usado.
Agora sim! Já tinha esquecido o quanto o som do iPod é bom. E o quanto é bom correr com música (porque o MP3 bagaceiro só deu treta em todas as vezes que tentei usar).
Spotify para baixar coisas novas. De momento, Nicki Minaj.
A corrida foi suave. Recuperada da ressaca monstra de ontem. Definitivamente não dá mais pra beber cerveja. A comprovação foi da pior forma possível. As (várias) cervejas de sexta tiveram o efeito de uma garrafa de gim. Fiquei imprestável. Dor de cabeça e estômago revirado. Bebi bastante, é verdade, mas não mais do que estava acostumada a beber.
Queria ter ido encontrar meu novo treinador no sábado de manhã, não deu. Começamos amanhã.
Essa foi a outra bela novidade do feriadão.
Na quinta-feira, meu ex-treinador avisou que havia desistido temporariamente de montar um grupo de corrida. Nunca esperei uma coisa dessas. Um mês e era isso.
Menos mal que na sexta-feira já encontrei outro, indicação de minha amiga Fran. Um querido, disseram ela e as duas outras amigas corredoras com quem conversei. Concordei com elas após conversar com ele. O sistema de trabalho é o que eu busco, e o grupo também parece bem bacana. O melhor de tudo é que treinarei nos dias e locais da minha preferência. Melhor impossível.
O grande lance da corrida musical dominical foi que terminei inteira e sobrando. Poderia rodar mais alguns quilômetros (não sei quantos, mas imagino que não muitos). Resolvi não exagerar, 12km é uma distância enorme pra mim atualmente. E ainda não estou zerada da intoxicação com cerveja. Vou experimentar vinho...


quinta-feira, 20 de abril de 2017

Flashback

E hoje finalmente teve corridinha.
12km.
Fiz um trajeto que não fazia há muitos anos. Até o Cete. Fui ver como está a pista onde comecei a treinar corrida. Nunca gostei de lá. A impressão não mudou. Mas gostei de ir.
Pouca gente. Isso achei legal.
Não entrei na pista. Fiz só ida e volta.
Mas acho que voltarei na semana que vem pra fazer uns tirinhos.
Corrida com sabor de flashback. Lembrei das muitas vezes que fui e voltei.
Na ida, lembrei do tombão que caí no canteiro central da Erico Verissimo, abrindo os dois joelhos. Cheguei pro treino toda ensaguentada. Treinei. Voltei pra casa e passei duas semanas com os joelhos estropiados.
Ao começar a volta, passei por uma esquina, acho que da Gonçalves Dias com Marcílio Dias, que tem calçada com cubinhos de granito. Ali deu um flashback poderoso. Nossa, como lembro daquela calçada. Fragmentos vívidos da memória. Pisando por ali pouco antes de entrar numa outra ruela e desembocar na Ipiranga.
Naquele tempo eu treinava de manhã.
Naquele tempo eu corria bem.
Naquele tempo eu adorava correr e treinar.
Hoje eu estava bem relutante em ir. Os recentes acontecimentos relacionados ao treino me deixaram muito chateada. Balde de gelo. E na hora que desci começou a chuviscar. Quase subi. Quase. Mas consegui exercitar a disciplina. Ainda bem.
A corrida foi basicamente agradável. Ruim mesmo o movimento de carros e pedestres. Afff. E o MP3 player bagaceiro, que tocou uma música e ficou sem bateria. Que bosta de engenhoca essa. Eu não sei como carregar a bateria dele. Em vez de carregar quando conecta ao computador, o pestinha fica tocando as músicas - e gastando a bateria! Francamente.
Sem música, alguns momentos melancólicos. Recordações tristonhas. Pensamentos sombrios.
Cheguei em casa e quase saí pra comprar um MP3 melhor. Porque esse aqui não dá.
Nos últimos anos, corri recitando mantras. Mas de momento não estou com preparo mental-físico pra isso. Tem que soltar o grave.


quarta-feira, 19 de abril de 2017

Forever in my life



Uma das mortes que mais lamentei. Que mais sinto.
Hoje lançaram essa faixa, Deliverance, do EP a ser lançado na sexta-feira, dia 21, quando se completa um ano da morte. Mas os administradores da herança entraram com ação pedindo a suspensão.
Baixei o arquivo, estou ouvindo sem parar no repeat mode.
A voz. A guitarra. Nada, absolutamente nada se compara a Prince para mim.
Que glória ter vivido na mesma época que meu artista favorito. E ter visto o show na minha cidade natal. Quando o showman estava no auge. Inclusive da beleza.
Prince está sempre e para sempre em minha mente e meu coração. E em meu corpo. Na minha pele. Em roxo. Junto ao meu jardim genealógico. Onde o meu amor-perfeito é roxo. E onde em breve haverá violetas roxas.
A música de Prince, seu gênio, sua arte e sua pessoa expandiram minha consciência, me fizeram ver, sentir, viver e imaginar um universo infinito. A meu mestre precioso dedico meus méritos e minhas preces.


terça-feira, 18 de abril de 2017

Roses are


Not always red.
Blue most of time.
In my skin, getting green.

Roses.
Flamboyant flowers.
Dahlias.
Lotuses.
Pansies.
Lilies.
And soon a lot of purple and pink.
Violets.
Sakuras.

Ludoxin

Tão querido, tão na dele.
Desde que Lelo melhorou de saúde e de humor e desde que Lízia foi embora, Ludox está mais chegado. E agora, com o friozinho começando, meu bichano mais independente tem passado mais tempo por perto. Nem gosto.




Abertura e vastidão

O céu que vi ontem pela manhã, ao sair da cama.
Bênção pra começar o dia e a semana.
Que eu possa perceber a abertura e vastidão de minha mente.
Que eu possa perceber todos os fenômenos que surgem em minha mente como insubstanciais e passageiros.


sábado, 15 de abril de 2017

Senhores

Lelo está com dez anos. Ludox, com oito.
Depois de um problema de saúde gravíssimo, cinco cirurgias e dezenas de internações, Lelonid está em plena forma. Há pouco, brincou um tempão com essa bolinha. Jogando, correndo, carregando na boca. Parecia um filhote. Agora a bolinha sumiu, e tem alguém cansado...
Lelo e Ludox também voltaram a brincar juntos nesse verão. E a conviver muito bem. Lelo não queria mais saber de proximidade, e hoje acredito que fosse pelo mal-estar constante antes das cirurgias e da recuperação. Ele volta e meia pinga xixi, mas é bem raro. E pouco me importa.
Essa madrugada rolou uma grande farra por aqui. Ouvi montes de barulhos da brincadeira. Por volta das 9h, dormiam o sono dos anjos e dos justos na cama.



sexta-feira, 14 de abril de 2017

Verdejante


Cada tattoo é de um jeito. O fundo para os lírios ficou inchadíssimo. Fiz na terça, e o braço ainda está inchado. Mas é a tattoo que menos doeu. Não doeu. Sinto apenas a pele dando repuxadinhas agora que já está descascando. Minhas tattoos descascam a partir do terceiro dia. Achei que seria complicado pra dormir. Que nada. Deitei em cima do braço sem maiores problemas já na primeira noite. Ruim de dormir mesmo foi com os flamboyants no flanco. E ainda grudavam na roupa, argh.
Creio que muito das reações depende do pigmento. Essa sessão foi basicamente em verdes, marrom, amarelo e azul-claro. Pelo visto são pigmentos tranquilos. Vermelho sensibiliza mais. Os flamboyants ficaram inchados e doloridos. Mas tinha o agravante do tamanho e da região. Também senti bastante o roxo e o azul-marinho dos amores-perfeitos. Surgiram bolinhas na pele, e coçou bastante durante a cicatrização. Um saco. Dava vontade de coçar mesmo. Mas aliviava fácil com água fria.
As regiões que mais incham em mim são perna e braço. As rosas da canela direita provocaram um inchaço de uns dez dias. Na tatuagem em si quase nada, mas o tornozelo chegava ao fim do dia virado numa bolota, afff.
Tatuagem é um vício. O braço já está bem trabalhado, mas fico olhando os espaços abertos e pensando em fechar pra já, hahaha. Ainda mais que Jean deu uma ideia sensacional, e eu já tive outra.