quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Presentão

Ganhei do Sr. Darci, o melhor zelador/porteiro do mundo. Plantada por ele.
Ganhei duas! Essa já comi a metade há pouco. Comerei o que sobrou amanhã. A outra, maior, vou devorar ao longo do carnaval.
Já tinha ganho uma antes.
As melancias dele são deliciosas. Como até as sementes, que são tenras.
A fruta é extremamente suculenta. E não me pesa no estômago, ao contrário do que às vezes acontece.
Melhor refeição nesse calor.


Para ilustrar

Dos meus problemas eu trato e resolvo. Já...



No mais tô numa boa aqui...



Mas convém lembrar que...



E para encerrar:



Internet me representando muito.
Desopilando.
Rindo muito.
Em paz.
Com quem gosto.
Com quem tem a ver e vibra na mesma.
Fazendo o que gosto. No trabalho e em tudo o mais.
Sem tempo pra mimimi e blablablá.

DJ aumenta o som


Hoje estou muito musical.
E amanhã começa o esquenta carnavalesco.
Pra sambar na cara da sociedade.
Sambando na cadência do foda-se.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Tchau, Tom querido

Amor se sente. Simples.
Não sei por que amei o Tom desde que o vi. Tampouco me interessa. Amor. Aquece o coração.
No caso, amor à primeira vista. Nesta vida, claro.
Tom, o frajola lindo da minha amiga Fran. Fotogênico e expressivo.
Recepcionava as visitas na porta. O dono da casa. A majestade.
Vinha no colo (mas preferia ficar ao lado no sofá), fazia ronrom, carinho e adorava umas lutinhas. Ficava assanhado e metia os dentes e as unhas, bem doidinho. Brincadeira de gato. De um gato mimoso e amoroso. Que convivia numa ótima com a Pipe, a cachorra da Fran, tão adorável quanto o Tom e os humanos com quem vive. (Tom chegou depois, adulto, e Pipe, santa criatura, aceitou na boa. Irracionais muitas vezes bem mais tolerantes que a vida inteligente do planeta.)
Ontem fui me despedir do Tom e lamentar com minha amiga.
Tom partiu hoje.
Ontem, vi nos olhos dele a mesma coisa que vi nos olhos do meu Teddy Boy antes de morrer: sabedoria, tranquilidade e aceitação. Tom sabia que ia morrer. E queria morrer. Porque era a hora. Tom não estava com medo, nem apegado à vida que não persistiria. Estava pronto pra transição, só aguardando. Tinha voltado pra casa com sua amada Fran na véspera, tinha jantado, dormido tranquilo no seu lar.
Na sua última noite aqui, dormiu no quarto, na cama da Pipe (que o deixou ali em paz).

Tom amou muito. Foi muito amado.
Foi muito feliz. Proporcionou muita felicidade.
O que mais precisaria?
Até breve, Tom.















segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Para finalizar

Ela tem mãos de CÉU*
e sorrisos que causam terremotos pelos caminhos*
Aqueles OLHOS* incandescentes*

carregam consigo o silêncio dos meus olhos*
Ela tem olhos que FALAM*
Mãos que instigam sonhos* (...)
Pele que hospeda jardins

 Aquela que escreve como SE* cantasse*


Ela sou eu. Pelos olhos poéticos de Libra.
Libra gosta de Fogo, do ardor e das labaredas que seu Ar instigam.
Libra desconhecia a força da Terra. A estabilidade, a firmeza. E o poder dos terremotos.
Libra me brisando e embrasando.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

T


Talvez demore.
Todavia, é inevitável.
Tomara que eu esteja aqui pra ver.
Todos devem ser aceitos e respeitados.
Tem que haver igualdade.
Tempo de se fazer a mudança que se quer ver no mundo.

Trans me atraem.
Tesão.
Ternura.
Totalidade.
Transformação.

Coceira!

Cada tattoo tem um processo de cicatrização. Minha pele é ótima, recupera-se muito rápido. Isso é constante. Outras reações variam. A tattoo que teve reação mais longa foi a das rosas na canela direita. Não doeu, mas o pé e o tornozelo ficaram inchados por duas semanas ou mais. No final do dia estavam sempre arredondados. Foi minha maior tattoo até então. E a primeira colorida. (Antes teve o símbolo do Prince em roxo, mas não conto porque é pequena e numa cor só.) A tattoo das rosas foi a primeira que provocou coceira também. Isso depois de mais de um mês de feita. Quando fiz essa, Jean Etienne tocou o terror e disse pra eu ficar quieta, sem corrida e sem musculação por uns dias, pra evitar inflamação e especialmente infecção. (Nunca havia me ocorrido que uma tattoo pudesse dar problemas...) Fiquei comportadíssima, até porque notei o edema.
As outras grandes - as flores de flamboyant no flanco esquerdo e a dália no braço direito - também incharam bastante. Mas por menos tempo, tipo uma semana, creio. Também cortei os treinos pra deixar o corpo se recuperar bem. Nas flores de flamboyant eu tinha que tomar muito cuidado com as roupas, nada de sutiã e top.
A segunda flor de flamboyant foi mais dolorida que a primeira. Mas a dália foi a que teve reação mais intensa, ficou bem avermelhada e dolorida. O cotovelo ficava inchadinho no final do dia, e no início o braço ficou sensível. Foi a tattoo que meu corpo levou mais tempo para assimilar. Provavelmente por eu ser destra e usar mão e braço o tempo todo e durante horas no computador todos os dias.
As flores de flamboyant também comicharam. E bastante. Depois de cicatrizadas. Depois da cicatrização superficial, pois Jean explicou o processo todo leva meses. E que a coceira tem a ver com a cicatrização e também com o pigmento.
Vermelho é o pigmento mais alergênico, o que mais irrita a pele na maioria dos casos. Muita gente sente muita dor. Eu felizmente não. Mas os flamboyants comichavam bastante.
E dessa vez, nos amores-perfeitos do jardim genealógico, a novidade é justamente a coceira. Começou já na sexta-feira, quando a tattoo foi concluída com as flores vermelhas e o fundo verde. Sinto uma comichãozinha contínua desde ontem. Não sei se é o pigmento vermelho, ou se são as flores em roxo e azul, feitas na semana passada, que começaram a coçar.
Com tantas tattoos, cheguei a conclusões óbvias para tatuadores, mas até então inéditas para mim. A recuperação varia de acordo com a região do corpo, o tamanho, a reação da pele aos vários pigmentos, as técnicas utilizadas pelo artista, o número de horas e sessões.
Meus flamboyants exigiram quatro sessões. E foi curioso notar que a sensação de desconforto foi maior a cada sessão. Na última, muito curta, de meros retoques, quase nada aliás, eu senti bastante. Claro. A pele daquela região ainda não havia se recuperado, as terminações nervosas estavam mais alertas às agressões, suponho eu. O corpo não querendo ser lacerado, sistema nervoso em ação para forçar a autodefesa.
Hoje percebo por que a necessidade de intervalar as sessões de um trabalho grande e/ou complexo. Quem tem grande sensibilidade por certo precisa de intervalos maiores. Maravilha que não é o meu caso. E que Jean percebeu que minha pele reage bem, e eu melhor ainda. E concordou em fazer intervalos curtos. Porque o que mais me incomoda mesmo é não sair da sessão com a tattoo finalizada.
E hoje ela está assim:


Determinismo psíquico

Lembrei dos samskaras do budismo no contexto dos 12 elos do surgimento dependente. E do karma mesmo. A repetição incessante de padrões. E de ciclos ao longo da vida.
Marcas mentais profundas. Condicionantes da visão, da meditação e da ação. Vê, sente e interpreta as coisas dentro desse sulco mental profundo. E reage de acordo, aprofundando ainda mais o sulco.
Como sair dessa trilha? Como criar um novo caminho, um novo padrão? Como dar o salto para além de caminhos e padrões? A resposta desta última é fácil: basta atingir a iluminação. Enquanto se trata disso, o negócio é ficar ligada, atenta a si.
A desconstrução dos 12 elos se dá do último para o primeiro. A desconstrução de padrões também. Começa pelos mais recentes e vai recuando.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Jardim genealógico - 2

Ficou pronto! Meu jardim genealógico.
Amores-perfeitos.
Homenagem.
Lembrança.
Eu, mãe, irmã, filha. Família. As mulheres mais próximas. Sangue.
Meu corpo contando minha história em símbolos.
Não há como descrever (ainda) o que estou sentindo por causa dessa tattoo. A importância dela está ficando mais nítida aos poucos. Essas flores acionaram emoções muito mais intensas e profundas do que eu havia percebido mentalmente até chegar em casa e fazer as fotos. E me ver nas fotos. E voltar o olhar para dentro.
Desde que a ideia desse trabalho se cristalizou, havia a urgência de fazê-lo o mais rápido possível. Mas sempre quero fazer minhas tattoos o mais rápido possível. Só que essa teve algo diferente. Algo que me deixou mais excitada do que o habitual.
E agora a satisfação.
Completude.






quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Marmita maneira

Logo que comecei a trabalhar na editora, tive um surto de vida louca na dieta. Como chegava às 13h, raramente almoçava antes de ir porque não tenho fome tão cedo. Aí de tarde era o festival dos porcaritos e das comidas de saquinho. Bolachas doces, bolachas salgadas, docinhos, chocolate, até Perereka's, um genérico dos Cheetos que eu não conhecia. Fiquei uns meses na esbórnia, tomei um fartão e tomei vergonha. Voltei a cozinhar, larguei as bolachas, as empadas e salgados petárdicos, tô maneirando no pão de queijo (que eu sempre como quando não sei o que comer, mas quero comer alguma coisa) e aboli as porcarias.
As gurias também moralizaram a dieta delas, então todo mundo parou de sair pra comprar gordices (e de levar gordices). Empodere cinco mulheres e suas dietas, hahaha! Mas claro que todo mundo na mesma onda ajuda pacas. A ideia não é dieta de emagrecer, é dieta de comer direito.
Com a mudança do horário na editora para de manhã, ficou mais fácil ainda pra mim cuidar da alimentação. Saio às 13h30, posso almoçar depois, no meu horário habitual.
Só que nesse calor não tenho saco de encarar fogão, não tenho fome, nem vontade de comer. No bufê perto da editora gosto de ir às vezes, mas acabo comendo demais e o que nem deveria (as frituras ali sempre me atraem e depois dão ressaca).
Agora descobri uma nova opção ótima: a Saúde na Vianda (https://www.facebook.com/saudenavianda/?fref=ts). Tenho pavor de comida congelada (a não ser as minhas sopas), então já comecei gostando por ser uma marmita ready-to-eat. Curti o cardápio, comida caseira saudável. Me poupem de dieta linha-dura. Não é a minha. Assim como também não curto muito óleo e sal.
Como hoje eu teria compromisso logo depois da editora, pedi uma marmita pra comer lá mesmo. Ideia genial. Chegou morna, nem precisei aquecer. Já fiquei sabendo que usam ghee em vez de óleo (eu amo o sabor, além do efeito na saúde) e que posso pedir opção vegetariana todos os dias.
Minha fotinho ficou meia-boca, mas meu almoço estava maravilhoso.



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Quando eu penso em dar um tempo...

...acontecem mil coisas boas que quero registrar. E surgem mil ideias que preciso botar pra fora. E aí fico mais (cri)ativa que nunca nas redes sociais.
Meus livros lindos e preciosos chegando. Meu trabalho meticuloso em manifestações concretas. Meus gatos divando e me encantando. Eu me tatuando, confraternizando com o ex-marido superlativo, brilhando radiante depois de uma limpeza e uma tomada de consciência daquelas.
Feliz, feliz.
Minha irmã comentou que meus posts de ontem estavam sinistros. Pois então. Verdade. Mas sinistro mesmo é estar sem voz há exatamente duas semanas, somatizando negatividade. Claro que o ar-condicionado da editora não ajuda. Amanhã é médico pra ver como lidar com o que chegou no corpo. No mais, observando o que estava escondido e veio à luz. E que já larguei.
Larguei de mão. Me larguei. Me larguem também. Eu hein? Sai de mim o que não me pertence e o que não quero em mim.
O agora é mágico, um delírio de lucidez. E meu futuro a mim pertence. Está se desenhando em minha mente-coração e começando a ser delicadamente moldado por minhas mãos. Sem dedos roídos.
Delírios para pessoas à flor da pele. Tão eu, toda arrepiada neste exato momento.
Lux Nova.
Lux Now.


Mais um! - 2


Traduzi no verão de 2016. Amei. Recomendo muito. Especialmente para quem gosta de música, da história do rock, mais especificamente da história das raízes do rock.
As cordas mágicas, de Mitch Albom. Lançamento da Arqueiro.
Que livro gostoso de ler. Que trama bem costurada. Ficção entrelaçada à realidade, à história da música. Narrada pela Música. Esse vou ler de novo como leitora, pra curtir. (E que Marpa me ajude a não ler como tradutora e/ou editora cricri.)
Realismo mágico no estilo de Mitch Albom. Inspirador, além de envolvente.

Point do momento 2


Almocim no Sharin. Com o meu melhor. Melhor pai. Melhor ex-marido. Melhor amigo.
Tão diferentes e tão parecidos. Tão complementares.
Amor para toda a vida. Amor que cresceu e se transformou.
Não deu certo? Como assim? Deu muito certo. E continua.
Família linda. Longe da perfeição, mas sem dúvida o nosso melhor.
Como deu certo e continua dando certo? Aceitação das diferenças.

Point do momento 1


O que eles veem nesse lugar não sei. Mas é um sucesso. Lelo vem quando estou aqui.
E hoje, nas duas vezes em que cheguei em casa, deparei com Ludox dormindo aqui.
Gatos.
Lelo de momento, graças a deus, está na ponta oposta da mesa. Porque aqui é dose. Chega e vai se esparramando. É mouse e teclado que não funcionam, é corpinho tapando a tela... e não adianta empurrar. Vai e volta.
Agora, tem amor maior? Não.
Adoro esses gatos. Família. Nada de filho, porque não sou mãe de gato. Mãe, só da Lízia. Mas são família, sim. Muito família.


Rá! Estava demorando. Lelonid já se instalou. Primeiro tomou um banho perto do notebook, desconectando o teclado e o mouse. Depois deu umas mordidas e lambidas na minha mão enquanto eu tentava usar o mouse. Agora vai dormir, ótimo. Bem deitado em cima dos fios, claro.


Jardim colorido


Enquanto o primeiro canteiro do jardim genealógico cicatriza, hoje foi dia de colorir o lótus da filha. Cor-de-rosa. A cor do lótus mais sagrado na Índia.
Contando as horas pra fazer o segundo canteiro.
"Que regue de paz, amor e muita positividade esse jardim da rainha!", disse meu amigo. Assim será.

Mais um um! - 1

Pronto.
Muito satisfeita com o resultado. Edição impecável. :)
Tive tempo para trabalhar. Ler com calma. Três leituras meticulosas.
Estou ficando especialista em Napoleon Hill, hehe. E ainda virão muitos outros. Inclusive o meu ex-karma. A ser preparado para edição em breve.
De momento, finalizando estudo comparativo entre Mãos Limpas e Lava Jato. Editando pra valer. Espero que o autor goste do meu trabalho tanto quanto eu estou gostando. Demorei pra descobrir o que precisava ser feito nesse trabalho, pra pegar o jeito. Mas agora, na segunda leitura, estou aprimorando o que desenvolvi a partir da metade da primeira. Limpeza e fluidez.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Rebote

Repulsa. Nojo. Vontade de vomitar. (Não é à toa a tosse que provoca espasmos.)
Vontade de rasgar a pele com as unhas, abrir a carne e sair de dentro de mim. Ou de arrancar da memória o que gostaria de jamais ter experimentado.
Negação. Rejeição.
Desejo de destruição.
Deletar toda e qualquer imagem, despedaçar e jogar no lixo tudo que era material não resolveu.
A raiva e o asco da experiência e da impossibilidade de deletá-la persistem.
Mas...
É tudo sonho (ou pesadelo, que seja). Miragem. Projeção espectral. Reflexo no espelho.
O pior de mim, alavancado pela pior experiência possível.
O pior de mim querendo se impor. Querendo seguir no velho jogo que só causou dano.
Não vai rolar.
A pior experiência possível foi a melhor experiência possível - e eu sei . Foi a experiência necessária para lançar luz no que havia de mais sombrio, sinistro, sub-reptício e recôndito. Só chafurdei nessa experiência imunda porque a imundície (também) estava dentro de mim. Aliás, se a lembrança cada vez mais difusa da experiência ainda causa repulsa é porque ainda tenho detrito interno pra eliminar. Sabedoria do espelho.
Bem bom perceber isso num dia em que a grande percepção foi sobre a única coisa que realmente existe e interessa: o cerne inabalável de felicidade interna. A clara luz de Lúcia.
Desde sempre sei quem sou.
Pura Luz.
Lux.
E essa que sente raiva, repulsa, asco? Essa é uma parte menor de mim, que veio à tona para ser reconhecida e aceita. E se dissipar como um sonho ao amanhecer.
Ao me purificar, purifico todo o meu universo. Purifico inclusive a experiência repulsiva. Que, como todos os fenômenos à luz da sabedoria primordial, é imaculada e livre de conceitualização. Bem, no meu universo tão condicionado pela limitação mental, a experiência não fica imaculada. Mas fica razoavelmente limpa. O suficiente para ser lembrada com carinho e gratidão, com um sorriso meigo nos olhos e nos lábios.


Desfocada

Desconforto.
Náusea.
E tristeza.
Que porra é essa?
Nada.
Não é nada.
Absolutamente nada.
Não existe.
Não está no presente.
O passado passou.
O futuro não chegou.
Sensações inconsistentes.
Pura criação mental.
Reagindo (mal e erroneamente) a fantasmas e fantasias.
Basta ajustar o foco e tudo se desvanece.
Qual o foco?
O cerne de felicidade que independe de causas e condições.
A felicidade que surge espontaneamente. Que faz sorrir sem motivo.
Isso existe. Aqui, agora. No presente.
Paz. E amor.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Arco-íris


Que viagem. Não tinha voltado cedo da praia ainda. Céu lindo, lindo. Nuvens claras e nesgas de céu avermelhado/rosado ao longe. Chuviscos ocasionais. E na Freeway esse arco-íris, que em dado momento ficou duplo. Fazia tempo que não via um arco-íris tão lindo e nítido. A vontade de parar pra fotografar não se impôs ao bom senso e à pressa pra chegar na editora.
Para completar, trânsito leve.
Semana começou bem. :)

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Lua, eclipse, limpeza



O eclipse não vi. Mas me alinhei totalmente com a energia. Intuitivamente, vinha me preparando há dias. E pude ver a Lua linda e cheia à beira-mar ontem à noite.
Abençoada que sou. Dakini Lux. Dakini Tigrinha. Mil codinomes. Tigrinha. Lux. Lu. Lulu. Dakini Espertinha. Ser de Capricórnio.
Hoje Rosa mandou um texto bárbaro sobre o momento astrológico. E Libra mandou um áudio sobre o momento astral iniciado em 12 de janeiro. Tudo totalmente a ver com o meu momento.
Barravento, disse Giuliano no início da semana.
Pra completar, terminei a primeira leitura do livro sobre a Lava Jato.
Agora só falta ficar curada da faringite. (Terei que ir ao médico.) Terminar a segunda leitura do livro. Terminar a tatuagem. (Ai meu deus, que agonia. É terrível conviver com uma tattoo inacabada, não posso nem olhar pra ela.) Terminar a tradução budista. Ler o livro da Rosa. Terminar A profecia celestina.
E aí vem As leis do sucesso. E novas traduções. E outros trabalhos. E, e, e...
E acabo de achar o óculos que havia desaparecido! Que maravilha. Óculos de leitura. Sabia que não podia ter perdido. Ficou aqui, atrás das almofadinhas do sofá. Revirei esse apartamento atrás dele na outra vinda. Não teve jeito. Agora, enquanto escrevia sobre o que faltava, pensei que faltava achar os óculos. Rá! Deu o estalo, fui olhar no sofá. Bingo!

sábado, 11 de fevereiro de 2017

No bat-local

De novo aqui. Na praia, na sacada.
Mas uma Dakini Lux diferente a cada vinda. Agregado corpo/mente em transformação constante. Fluxo contínuo. Impermanência.
Sentei na sacada pra ouvir e refletir. E agradecer ao universo.
Muita luz. Lux shinning bright.
Estreia da cuia que comprei ontem à noite na praça aqui da rua. Eu tinha visto à tardinha. Quando voltei mais tarde pra ver a Lua cheia, o casal continuava lá. Encontrei a cuia perfeita pra usar com minha mateira. As outras duas que tenho são grandes demais, uma luta pra colocar no compartimento, hahaha. Ia acabar estragando a mateira e/ou fazendo grande lambança. Sem falar na gastança de erva-mate, que está cara pacas. Aliás, dessa vez, nada de curtir o porongo deixando com erva. Já saí tomando o primeiro mate. Como disse o vendedor/artesão, trata-se de um "porongo doce", não deixa muito gosto antes de estar curtido. Não deixou gosto nenhum, na real.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Jardim genealógico - 1


Jardim genealógico. De amores-perfeitos.
Em cultivo.
As duas primeiras flores desabrocharam hoje.
Eu & Lízia. Nada mais natural e orgânico do que começar por nós duas.
Na semana que vem, as duas outras. Minha mãe e minha irmã.
A ideia do jardim genealógico foi plantada no dia 27 de janeiro. Aqui no blog. A semente foi o insight de tatuar um lírio para lembrar/simbolizar minha mãe. Foi a primeira flor que lembrei que ela gostava muito. Mas na sequência lembrei das violetas que ela cultivava no apartamento. Aí resolvi que seriam violetas. Ao pesquisar imagens de violeta no Google pra ilustrar o post aqui, a ideia evoluiu. Seria um jardim genealógico. Três flores: Mãe, eu, Lízia. Enquanto a ideia germinava velozmente, recebi mensagem de minha irmã, ou lembrei dela, não sei ao certo. Só sei que na hora o projeto do jardim foi ampliado: quatro flores. Maria Helena, Lúcia, Laura, Lízia.
Ao olhar as imagens de violetas, apareceram os amores-perfeitos. E lembrei do quanto a mãe gostava de amores-perfeitos. Lembrei de nós apreciando canteiros multicoloridos em Nova Petrópolis e Gramado. Fiz uma enquete com Lízia e Laura sobre qual seria a flor preferida da mãe. Lízia tinha certeza de que eram os amores-perfeitos.
No domingo 29 de janeiro as flores foram escolhidas. Lízia e Laura escolheram as delas. E nós três escolhemos a da mãe/avó.
Jardim genealógico de amores-perfeitos. Perfeito.

Como disse hoje um amigo: "O jardim de uma Rainha".
Como disse também hoje uma amiga: "Você tem razão. São vários os amores perfeitos".

De bem com a vida



Mais que nunca é preciso.
Tem que começar de algum jeito, por alguma coisa.
Comece fazendo o bem para si mesmo.
Faça pelos outros, para os outros e com os outros o que gostaria que os outros fizessem por você, para você, com você.
Viva de bem consigo e com os outros.

Feliz feliz

Mesa nova. Que alegria!
Fizemos uma mudança aqui hoje, peguei esse aparador de metal no lugar da mesa que usava, que era muito pequena pra acomodar os livros nas laterais da área monitor/teclado. Agora ficou uma maravilha. Não preciso mais empilhar montes de livros. Nem equilibrar os grandões, como Operação Mãos Limpas, entre a borda da mesa e o colo. Nem amontoar a xícara de café, o squeeze, a garrafa térmica e a cuia em cantinhos e cuidar pra não causar desastres.
Hevânia e Dharana ajudaram na reestruturação do ambiente. E Hevânia ficou rindo: "Nunca vi ninguém ficar tão feliz com uma mesa".
Pequenas coisas, grandes alegrias.
A primeira leitura do livro em preparação está quase concluída depois muita labuta. Está ficando lindo.



De bem, meu bem


Façamos o bem, meu bem.
Façamos o bem e bem uma para a outra porque já nos fizemos mal.
Bem-querer, meu bem.
Ficar de bem, meu bem.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Boa noite, amor


Não me deixa dormir no ponto.
Não me deixa adormecer para a vida.
Meu sonho me mantém desperta, alerta.
Sonho de você.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Night shift

Enquanto uns trabalham, outros atrapalham.
Agora que descobriu o vão entre o monitor e o teclado, Lelo se instalou. Não adianta tirar. Desisti. Só umas empurradinhas quando se joga em cima do teclado ou tapa o mouse.

O trabalho cada vez mais empolgante. Na editora é bárbaro. Editar é bárbaro. Nada como a prática para aprimorar a técnica e acelerar o ritmo. Se bem que no atual trabalho estou me arrastando. Complexo. Mil armadilhas.
Em casa, a tradução readquiriu o encanto. Há anos eu não traduzia com tanta fluidez, facilidade. As palavras brotam naturalmente, às vezes nem consigo digitar na rapidez com que penso. Claro que o livro em que estou trabalhando ajuda. Curiosa pra ver como será nos próximos trabalhos. Que já estão chegando. E sendo buscados.
A reestruturação da rotina a partir de amanhã vai contribuir pra fluidez geral - da vida e dos trabalhos.




domingo, 5 de fevereiro de 2017

Autoexpressão

Coisas que eu gostaria de dizer:

Sinto muito.
Me perdoe.
Te amo.
Sou grata.

Estou dizendo. Faz tempo.
Ouvindo as meditações de Ho'oponopono.
Li uma vez.
Tatuei.
Gostaria de dizer, mas sei que não é preciso.

Perdi a voz por não poder me expressar. Mas posso. E tenho me expressado. Com quem me interessa e se interessa por mim. Onde existe reciprocidade.
Não falo com quem não quer falar (tristeza). E com quem eu não quero falar e já avisei (raiva). E com quem não é possível falar sem conflito (impaciência). Resumindo: não falo onde não existe reciprocidade. Vou continuar não falando. E vou dissipar a tristeza, a raiva e a impaciência que me perturbam e que somatizei.
E tenho dito.


Afonia e tosse

Novos capítulos da grande jornada de autoconhecimento.
Encarando a perda da voz. Irritação da laringe por gotejamento nasal e tosse. Baixa na imunidade e ar-condicionado propiciaram a afonia. Voz sexy nesses dias by somatização de stress. Veio pro corpo o que eu não consegui dissipar na mente.
Aproveitei o domingo para pesquisar mais sobre o assunto. Eu já sabia o que era, mas encontrei um detalhamento ótimo.
Perda da voz: bloqueio da expressão.
Tosse: raiva por não poder me expressar.
Qual a cura? Sair por aí dizendo tudo que ficou entalado? Liberar geral? Claro que não.
Dessa vez, somatizei a impossibilidade de me expressar não porque tenha sido impedida por fatores externos, mas porque eu sabia que não seria adequado, nem benéfico, expressar o que andei sentindo e pensando. Minha mente foi mais rápida que meu coração para integrar o que eu preciso mudar em mim. Simples. A percepção dos meus padrões de comportamento me fez refreá-los. Mas, como foi uma atitude mental imposta à força, meu emocional reagiu mal.
Tranquilo. Nada grave.
Aprendendo a manejar sintomas e driblar o determinismo psíquico.

Abaixo, excertos do link:
 
Garganta
A garganta simboliza a fala. É o canal de saída daquilo que você pensa. Sua expressão e criatividade são reconhecidas através desse canal. Portanto, se algo o impede de falar, se o que você tenta expressar não é compreendido ou o que o incomoda não pode ser dito, saiba que sua garganta responderá com uma inflamação.
As dores de garganta expressam seus sentimentos contrariados. Tudo aquilo que bloqueia a nossa fala e nos obriga a ”engolir sapos”, trará inflamação das amídalas, problemas nas cordas vocais e até silêncio total da voz, simbolizando o pensamento: “já que não posso falar o que quero, não falo mais”.
Aprenda a livrar-se do medo de falar. Expresse suas opiniões, seus desejos, seus desgostos e crie ao seu redor uma atmosfera de liberdade para viver. Você não é obrigado a fazer o que não quer, portanto, reaja! Liberte de dentro de você aquilo que o incomoda e busque o novo em sua vida.
Diga firme e calmamente o que você pensa sobre tudo e, com certeza, sua garganta ficará totalmente curada.
 
Tosse
Representa a raiva que “não sai da garganta”.
Se você está vivendo um problema com alguém para quem sua opinião não vale nada, se alguma pessoa o está deixando constantemente furioso e é impossível confessar-lhe essa raiva, ou se você está sendo obrigado a aceitar uma determinada situação contra sua vontade, sua garganta ficará congestionada e sensível.
Os pigarros demonstram a tensão nervosa por estar emocionado com algum acontecimento, sem entretanto poder demonstrar esses sentimentos. O mesmo pode-se dizer das tosses incessantes. Os acontecimentos que desencadeiam tosses ou pigarros são, muitas vezes, sentimentos e pensamentos rápidos e secretos de incômodo relacionado a algum ambiente, assunto ou pessoa.
Em certas ocasiões, o importante é relaxar, respirar e analisar, calmamente, a situação. Enquanto você estiver supervalorizando o acontecimento, suas emoções serão fortes e desequilibradas.
 
 

Luzes em ação

Baladinha suave com as amigas. Além da companhia delas, que é sempre boa, o que curti mesmo foram as luzes. Da festa não gostamos muito.
E nesse domingo estou me maravilhando comigo mesma. Com um insight fenomenal. A ser aprofundado e integrado.