domingo, 22 de janeiro de 2017

Lindeza de verão

8km ontem.
De caminhada. De casa até a Plataforma de Atlântida. E de volta. Adoro fazer esse trajeto, mesmo com a praia abarrotada. O problema é que a sola do pé fica esfoliada/esfolada. Mas caminhar de chinelo... afff.
Dia lindo. Mar lindo. Eu linda. Tudo lindo.
Lindeza nos olhos de quem vê.

Caminhando pela areia, a água incrivelmente límpida e quente batendo de leve nos tornozelos, sentindo o sol amenizado pelo vento. E sentindo mais uma vez minha inédita autossuficiência. Meu empoderamento me maravilha. Wonderment. Self-wonderment.
Como é que eu não vinha pra cá antes? O que eu estaria fazendo/sentindo há dois anos, um ano, poucos meses? Quem eu era? Quem eu sou agora? Quem eu quero ser?
The answers are right here, lover. Right here.






That's me - 4

Quem sai aos seus não degenera.
Lízia no WhatsApp da família há pouco pedindo uma lista pra nós, por e-mail, dos essentials em música e filme. Comecei sugerindo Prince, claro. Purple Rain, o filme e o álbum, como starter, appetizer.
Eduardo comentou que está na hora de começar a ouvir clássicos também. E aí já lancei o primeiro da minha lista. Concerto para Piano nº 3, de Rachmaninoff. Se eu tivesse que escolher uma única música pra ouvir o resto da vida, provavelmente seria esta. Como disse pra Lízia, se ela sentir 1/10 do que eu sinto quando ouço, já será um bom começo.
Aí, depois de um sábado de funk no KondZilla, domingo com o gênio da raça Vladimir Horowitz tocando Rach 3. E mais tarde tentar encontrar documentários de Horowitz no YouTube. De momento, já no YouTube, inteiramente arrepiada ouvindo a gravação de Ann Arbor em 1978, com Eugene Ormandy. Tenho o arquivo dessa, mas fui catar o link pra mandar pra filha. E já encontrei uma que nem lembrava que já tinha ouvido, uma remasterização da apresentação em Nova York, da mesma turnê. Ouvir de novo e baixar agora, se não estiver no acervo. (Não está e já estou baixando.)
Não tem vez que não ouça Horowitz tocando Rach 3 em 1978 e não lembre que ele já era "velho". Um concerto que exige uma destreza incrível. Emocional, mental e física.



Drinking habit

Desde que esquentou, fiquei muito cervejeira. Primeiro, naquelas de beber quando saio. Depois em casa também, durante a semana. Happy-hour. Comecei a achar muito bom chegar da editora e curtir o final do dia bebendo uma cerveja, olhando o céu lindo de verão, avermelhado, rosado, as nuvens... Entendi perfeitamente o esquema de happy-hour das pessoas que vão beber em bar no final do expediente, coisa que nunca fiz.
Sexta-feira, cheguei aqui às 20h meio tensa por causa da viagem cansativa. Fui tomar uma cerveja enquanto arrumava as coisas e instalava o notebook pra dar uma trabalhadinha. A noite espetacular, as ideias pra escrever, o bem-estar por estar aqui... dê-lhe cerveja. Várias.
Ontem resolvi cortar a cerveja da happy-hour. E isso que fiz um faxinão no apartamento (finalmente!), coisa que detesto. Antes de começar, pensei em buscar umas cervejas pra acompanhar a função, pra me distrair. Pensei em beber depois também, pra celebrar o sucesso da empreitada. Mas o pensamento/sensação que se impôs foi o oposto: sem cerveja, Lúcia Brito. Por um único motivo: eu não estava com vontade genuína de beber cerveja. Era só pelo hábito. Porque é bom. Porque eu gosto.
Lembrei daquelas frases sobre beber porque está feliz, beber porque está triste, beber pra animar, beber pra relaxar... Engancha uma coisa na outra. E com o tempo a mente acaba enganchada nessas criações.
Lembrei também do hábito de comer por ansiedade ou por carência. (Há anos me livrei do hábito de comer doce - e de comer qualquer coisa - em busca de prazer. Mas sempre fico atenta com o açúcar, que já exerceu grande poder sobre meus neurorreceptores. Droga de eleição. Não dá pra vacilar.)
Então, simplesmente voltei a atenção mental para o hábito incipiente de beber cerveja. Muito simples e fácil perceber uma coisa assim e se soltar. Difícil é se desenganchar de hábitos arraigados. Nesses estou ralando. O hábito de roer os dedos é o pior na categoria de fenômenos físicos. Maria Rita, minha manicure e operadora de milagres, que o diga. Vem da infância.

Tudo acaba sempre no budismo: observar a mente.
Caminho do Meio.
Ok comer um doce ou beber uma cerveja quando estiver com vontade. Prazer sensorial samsárico. Agora, juntar esse prazer com carência/ansiedade não é bom.
Bom mesmo é estar livre dos desejos/apegos/aversões samsáricos, claro. Mas disso estou longe. Me manter minimamente focada em almejar o Caminho do Meio já está ótimo de momento.


sábado, 21 de janeiro de 2017

That's me - 3



Não conhecia essa música. E não sabia que fazem esses remixes.
Uma coisa leva a outra.
Vi MC Livinho, "Cheia de marra", aí descobri esse remix na barra lateral do YouTube. E soube da parceria MC Livinho e MC Pedrinho. Ouvi "Dom Dom Dom" pela primeira vez nesse remix e não entendi a letra. ("Ajoelha, se prepara e faz um boquete bom.") Aí fui ouvir a original e a versão clean.
E, no exato momento em que estou aqui escrevendo, me preparando pra ir pro mar, passa um carro tocando "Deu onda". De novo. Ontem também teve. Sempre tem. Louco.

That's me - 2

Minha irmã mandou um trecho dessa música no fim do ano. Morri. Eu estava aqui em Capão, Laura disse que era um sucesso do momento no Brasil. E sugeriu que eu fosse cantar e dançar na janela. Receber um whats com um trecho da música e a sugestão de cantar na janela foi demais. Que zoeira.
"Ai que saudade do meu ex!" Um pinguço, né non? O que ela gostava mesmo era de amarrar uns pifas com o bofe. Claro que não só isso, curtia a cumplicidade. E eu curti conhecer uma coisa nova. E curti esse olhar feminino, de certa forma.
Mas sertanejo não me atrai tanto. Prefiro pancadão.
Depois de descobrir "Deu onda", do MC G15, voltei a me interessar por funk. Depois do TBT com Lana del Rey e da curtição com Marília Mendonça, ontem à noite fui me atualizar no funk. E é um universo inteiro a explorar. De momento, pelo canal do KondZilla. Mas amei uns remixes que descobri por acaso, eletrônicos, especialmente o da clássica "Dom Dom Dom".


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

That's me - 1

Well, well, well, what a pity you are not that good in English. Anyway, Google Translator may help you. Or you can call me - anytime - and I'll be delighted in translate you everything I have in mind. And perform it. And god knows what. Your pleasure, my pleasure. And I know what I mean. But you don't. Isn't it a pity? (Song #1)
I can do anything you want. Choke me, strike me, pull my hair. (Song #2)
Well, I will not draw it to you. I've done it already.
I love these lyrics. But I don't feel a suicidal sadness. Not at all. Not even a summertime sadness. Au contraire. I feel so fucking alive, and electric, and powerful. An empowered woman. A full-fledged tigress. Full of myself in the best possible sense. And I'd love to be filled by you. To feel you inside, and atop of me. And here comes song #3.


 
Kiss me hard before you go
Summertime sadness
I just wanted you to know
That baby you're the best

I got my red dress on tonight
Dancing in the dark in the pale moonlight
Got my hair up real big beauty queen style
High heels off, I'm feeling alive

Oh, my God, I feel it in the air
Telephone wires above all sizzlin' like your stare
Honey I'm on fire I feel it everywhere
Nothing scares me anymore

Kiss me hard before you go
Summertime sadness
I just wanted you to know
That baby you're the best

I've got that summertime, summertime sadness
Summertime, summertime sadness
Got that summertime, summertime sadness
Oh, oh

I'm feelin' electric tonight
Cruising down the coast goin' 'bout 99
Got my bad baby by my heavenly side
Oh if I go, I'll die happy tonight

Oh, my God, I feel it in the air
Telephone wires above all sizzlin' like your stare
Honey I'm on fire I feel it everywhere
Nothing scares me anymore

Kiss me hard before you go
Summertime sadness
I just wanted you to know
That baby you're the best

I've got that summertime, summertime sadness
Summertime, summertime sadness
Got that summertime, summertime sadness
Oh, oh

I think I'll miss you forever
Like the stars miss the sun in the morning skies
Late is better than never
Even if you're gone I'm gonna drive, drive

I've got that summertime, summertime sadness
Summertime, summertime sadness
Got that summertime, summertime sadness
Oh, oh

Kiss me hard before you go
Summertime sadness
I just wanted you to know
That baby you're the best

I've got that summertime, summertime sadness
Summertime, summertime sadness
Got that summertime, summertime sadness
Oh, oh

Aventuras na praia de novo

Cheguei às 20h. Me organizei pra ir mais cedo pra editora e sair antes a fim de evitar a muvuca na Freeway. Ainda bem, porque entrei na estrada às 18h, e já estava uma bosta. Minha pior vinda pra cá até agora. Várias paradas. Engarrafamento por nada - muitas vezes, porque diminuem a velocidade pra olhar um carro parado no acostamento. Me irrito no último. Haja prática budista... Enfim, danem-se.
Cheguei e estou que é só alegria. Cheguei com apetrechos domésticos. Bolsinha térmica eficiente. Montada desde as 12h. Oito horas depois, a comida seguia congelada, e a cerveja, gelada.

Comprei um novo filtro de barro! Hoje de manhã, antes de fazer as unhas e ir na academia (Tigrinha Bundapequena da nação Bundamalhada), me despenquei até a Ferragem Nunes pra comprar o precioso São João Classic. R$ 158, 6 litros. Achei caro, tinha um de 4 litros por R$ 108, mas era feio. Não clássico. Foda-se. Vou deixar de herança pra Lízia.
Mania de velha? Maybe. Criança, lá em Tramandaí, a casa tinha filtro de barro. Aqui em Capão tinha um, mas rachou no verão passado. Descobri por quê. Eu deixei sem água. Não pode. Tem que deixar sempre com água depois que começa a usar. Agora, Tigrinha Bundapequena está ligada. Ótimo, porque achei o tal filtro meio caro. Mas queria trazer dessa vez, que ferver água me cansa a beleza.
Aliás, por falar em beleza... não vou dizer nada. De momento. Vou postar depois.
Bom, além do filtro São João Classic, uma cestinha pra prendedores de roupa. Acha idiota mencionar? Guarde os prendedores num recipiente corroído pela maresia, que se esfarela ao toque, e vai ver a importância. A porra da cestinha anterior estava toda fodida. E eu nunca lembrava de comprar. Só na hora de pendurar roupa ou de recolher. Hoje avistei o utensílio na Ferragem Nunes, que ótimo. Meus problemas de prendedores caindo acabaram.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

6

O número do dia.
6 meses entre hoje e amanhã.
6 de Paus na carta do tarô (arcano 56). Mais uma carta sobre conquista. E triunfo.
Seis meses de paus?
Neste momento me parece que ocorre o triunfo da vontade. O triunfo da vontade de agir com sensatez sobre a vontade de cometer desatinos, so to speak. O triunfo da lucidez sobre o delírio.
Quem sou eu, afinal? Quem é a dominante?
Essa que se comporta de forma centrada, equilibrada? A lúcida, que dá limites para si e que reconhece seus limites?
Ou a impulsiva, passional, ardente? A que ignora a razão e os limites e se entrega aos desejos violentos?



Desenvolvendo a confiança em si

É chegado o momento de conquistar algo bastante almejado, Lúcia! A presença do 6 de Paus como arcano conselheiro favorece o triunfo sobre a adversidade e pressagia uma situação específica de triunfo muito em breve. Suas aspirações e objetivos tomarão forma e você sentirá imensa satisfação ao perceber que seus esforços não foram em vão. Você se recordará de uma fase em que agiu de forma realmente insegura e rirá disso. Todas as pessoas, por mais fortes que sejam, passam por momentos de insegurança. Isso não as faz menos fortes. A fraqueza surge apenas quando queremos fazer de conta que não passamos realmente por momentos de dificuldade e posamos de orgulhosos. Pedir ajuda a quem se confia não é má ideia, o grande lance é saber em quem confiar!
Conselho: Confie em si e mande ver!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Mas que coisa!

Oh céus, oh céus! WTF?
O mesmo conselho de ontem, com outra carta.
Ontem um arcano menor. Hoje um arcano maior.


A importância do controle emocional

O arcano da Carruagem emerge do Tarot como arcano conselheiro neste momento da sua vida, Lúcia, sugerindo a importância de um maior controle emocional e do entendimento de que antes de querermos ter poder sobre o que (ou quem) quer que seja, é fundamental ter domínio sobre nós mesmos. Saia da inércia, passeie, viaje, conheça gente. É chegado o momento de se pôr em ação na direção das coisas e pessoas que você almeja conquistar. O mais importante, neste momento, é se mover. Ao invés de esperar que as coisas aconteçam, faça acontecer! Quanto mais você esperar, hesitando, maior a chance das oportunidades se esvaírem. Em alguns momentos, precisamos ter o máximo de senso de oportunidade... e alguma velocidade!
Conselho: Momento de agir!

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Mirror, mirror

Entendi o que me incomodava tanto ao ser importunada em uma situação que poderia ignorar perfeitamente (e que de modo geral ignoro, porque nem lembro, porque não é minha). Me via fazendo o mesmo. Ou melhor, querendo fazer o mesmo. Nunca fiz. Não fiz, mas tive vontade. Ainda tenho vontade. Sempre. O tempo todo. 
Tenho vontade de falar o que sinto, acho, penso. Só que... é o que EU sinto, acho, penso. É meu. É problema meu, inclusive. É algo totalmente meu. Que não tenho motivo - e muito menos o direito - de compartilhar com quem deixou claro que não se interessa pelo que eu sinto, acho e penso - porque sente, acha e pensa diferente.
Que bênção ter ido buscar ajuda - e principalmente estar me ajudando. Eu vejo lucidamente o que sinto, acho e penso. Parei de fugir, de tentar sufocar, esconder, matar. E aprendi que é tudo comigo, porque é meu. Respeito a mim mesma. Acolho o que sinto, acho e penso. Não me apego e não rejeito. Não gosto da situação. Mas sei que não há nada que eu possa fazer a não ser o que estou fazendo: ficar na minha e tratar da minha vida. Me tratar. E me tratar bem.
Ao aprender a respeitar a mim mesma - e respeitar e acolher o que sinto, acho e penso, mesmo que não goste, mesmo que quisesse que fosse tudo diferente -, consigo respeitar os outros. Não invado o espaço de ninguém.
Amar é desejar a felicidade.
Estou aprendendo a me amar. E aprendendo a amar os outros.
Amar os outros é desejar que sejam felizes e não que me façam felizes.
Creio que me amar seja desejar a minha felicidade. Que depende apenas de mim. Que está em mim.



Tigrinha Bundapequena

The zoeira never ends.
Começou com uma foto dessas de costas no Facebook, e o comentário de que eu deveria malhar glúteos. Agora tenho um nome índio.
Tigrinha Bundapequena. Da nação Bundaqueimada, ou Bundamorena. Embora certamente há quem diga que seja da nação Bundamole. Tigrinha vai migrar pra nação Bundamalhada.
Enfim, Tigrinha Bundapequena exercitando a saudável habilidade de rir de si mesma.
Lá na praia, fiz umas fotos malsucedidas em que fiquei com minha famosa barriga saliente, que rendeu o apelido de Girinão. Que era outro motivo de risos. Apaguei as fotos. Que pena, senão postaria a barriga de girino que tanto provocava risos e minha falsa indignação. (Uhu!!! Concluído o texto, fui pegar as fotos e encontrei uma que sobrou da barriga de girino. Taí.)
Que eu conserve sempre a capacidade de rir de mim mesma, de levar na boa as brincadeiras implicantes, essas coisas leves e descontraídas que a intimidade proporciona.
Que eu sempre me relacione com gente que também consegue rir de si e fazer essas brincadeiras meio implicantes, mas que na real são manifestação de carinho. E especialmente de liberdade e cumplicidade. De se sentir à vontade pra pegar no pé, pra ser boboca - e saber que a outra pessoa vai entender e rir junto.




As ideias...

OMG.
Abro o tarô do Personare (www.personare.com.br/) e me vem esse conselho.
Então?


 

Lutando pelos sonhos

A Princesa de Paus emerge do Tarot como arcano conselheiro para este momento de sua vida, Lúcia. Trata-se de um momento de tomar consciência dos seus sonhos e objetivos, direcionando-se para eles. Você terá diversas tentações de se sentar e ficar esperando que as coisas aconteçam por si só. Não se permita a isso, mova-se, Lúcia! A Princesa de Paus é a imagem dos primeiros lampejos de ideias, amores ou projetos. Você sentirá a inércia e o tédio se evadindo de sua existência e finalmente imprimirá movimento à sua vida. Muitas águas hão de rolar e este é apenas o processo inicial de uma provável aventura muito gostosa. Lance-se sem medo! Quanto mais coragem, mais resultados! Mesmo que você ouça “não”, a negativa será apenas inicial.
Conselho: Arrisque-se!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Mimosinhos

Aniversário da amiga caprica Rosa Symanski. Festinha em família, uma honra e um prazer ser convidada e participar. E reencontrar os amiguinhos Lara e Guigo. Querendo muito que venham aqui de novo pra mais uma noitada de piscina e pizza. Criança é bom. Criança querida é melhor ainda. Ser recebida por esses dois hoje com tanto carinho foi especial. Larinha toda meiga, pulou no colo, beijos e abraços. Guigo mais reservado, mas brincando comigo. Como não se derreter toda? Como não amar? Como não querer afofar, beijar, cobrir de bênçãos?







Quem é? Quem é?

Problemas com nudez?
Problemas com corpo?
Com o meu? Com o seu?
Problema seu. Porque eu estou muito à vontade.
Muito natural ao natural.
A real natural born dakini.



Ah, o verão

Finalmente só curtição. E que curtição.
Dias perfeitos nas melhores companhias. Mulheres. Amigas.
Sol, mar, caipirinhas, cerveja, espumante.
E o principal: afeto. Sororidade. Risos. Alegria.
Recebendo com prazer e sendo acolhida.
Empoderamento feminino.
Existem coisas que eu gostaria de falar, coisas que eu gostaria de fazer. Coisas que eu gostaria de viver.
Existem tantas, tantas, tantas coisas.
Existem esses momentos.







sábado, 14 de janeiro de 2017

Melhor trabalho do mundo

Não é pelo salário. Tampouco pelo trabalho. E ambos são muito bons, especialmente o trabalho. Eu amo editar, editorar, finalizar. E traduzir. Mas o maravilhoso mesmo é o ambiente, são as pessoas com quem trabalho.
Meu publisher chegou na editora quase 17h30. Tínhamos que falar. E ele antes disso teria uma reunião. E eu pronta pra vir pra praia às 18h. Gelei imaginando o que me aguardaria na Freeway às 20h.
Então, minha CEO interveio. Na reunião, avisou pro publisher que eu precisava ir embora no horário habitual. Ele interrompeu a reunião em curso, veio falar comigo, combinamos o que era necessário em minutos, e pude sair sem atraso.
Eu poderia considerar isso o elementar. Afinal, existe um acerto, fui contratada para determinado horário. Mas não é assim que funciona. Chefes têm prerrogativas.
Minha CEO poderia não ter falado nada. Ou poderia falar, e meu publisher ignorar. Mas não. Os dois foram atenciosos comigo.
Como não valorizar?
Como não ser grata?
Como não ficar feliz?
Como não ver a corrente do bem em ação?

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Limites, limites

Quando selecionei a carta de hoje e veio O Eremita, tive uma ideia de texto ao ler o significado. Deveria ter anotado a baseline, porque esqueci. Eita porra.
Ah! Mas lembrei do principal. Limites. O limite do que eu posso fazer. Do quanto eu posso fazer.
Letícia chamou minha atenção para isso. Falei que havia finalizado o Napoleon Hill gigante, uma cruz em minha vida ao longo de 2016. E aí engatei no que quero fazer. Isso, aquilo, aquilo outro, mais aquilo. Ela pontuou que eu havia realizado uma proeza ao terminar esse trabalho. E que talvez não devesse exigir tanto de mim - porque eu falei que poderia ter feito mais rápido, assim e assado e aí teria tido tempo pra isso, aquilo e aquele outro.
Insaciável. Incontentável.
Passei 11 meses sofrendo. Ralando. Procrastinando. E finalmente consegui. Fiz. Fiz bem feito. Muitíssimo bem feito. Mais mais bem feito do que já foi feito até agora. E vou deixar ainda melhor. Muito melhor. Mas muito melhor mesmo.
Em vez de me congratular por minha realização, engatei em novas metas e engenharia de obra pronta. Ah, para, Lúcia Brito!
Parei.
Nesse final de semana, vou trabalhar pouco (ou nada). Vou curtir. Me permitir. Porque mereço. E preciso.


Cultivando a maturidade e a inteireza
que brotam da reflexão


O arcano IX, chamado “O Eremita”, emerge como arcano conselheiro para este momento de sua vida, Lúcia, sugerindo um momento em que você precisará agir com o máximo de maturidade e paciência possíveis. Você precisará aprender a respeitar o “tempo certo” neste momento de sua existência e perceberá que será preciso bater mais do que uma vez na mesma porta até que ela se abra. Nem sempre o rio corre mais rápido apenas porque queremos, Lúcia! Três virtudes serão fundamentais neste momento de sua vida: a paciência (para lidar com as diferenças), a prudência (a fim de jamais confiar inteiramente em ninguém) e a persistência (para compreender que, no que diz respeito ao amor, muitas vezes é preciso bater várias vezes numa mesma porta). O momento pede circunspecção, meditação e capacidade de espera. Você poderá mudar muitas coisas que lhe incomodam, se você souber observar o tempo certo, mas precisará também ter humildade para entender que nem tudo é possível. Ao aceitar os limites, evoluímos como pessoas.
Conselho: Momento de cultivar a paciência, tudo tem seu tempo certo.



Perfil

Inteligente. Culta.
Alegre. Divertida.
Curiosa. Vivaz.
Densa. Profunda.
Leve. Fluida.
Amorosa. Generosa.

Pra completar:
Musculosa e forte.
Magra e atlética.
Bonita e altiva.

Não, não sou eu.
Ou melhor: não apenas eu.

I'm a Tigress.
She's a Lioness.
We match.
We belong.

Here I am



Let's go crazy, let's get nuts.
And...
Let's work!
But not as much as the last two times I've been here.
The big one is done. Now there is one more to go - and this is it.
And, while I wait my friends arrival, I'm busy.
I'm also hungry, but I don't feel like cooking.
So I'm drinking.
What a bad move choosing Budweiser instead of Heineken. Well, it's too late to say I'm sorry. And certainly I'm not sad at all.
I'm as joyous as always.

Ousadia e mudança

"Mudança não é apenas necessária à vida. É a vida."
"É melhor errar por ousadia do que por cautela."
Alvin Toffler

One Mind Dharma me inspirando.
Têm sido tantas mudanças. Tantas.
Algumas desejadas, outras rejeitadas. Algumas temidas. Algumas fáceis. Algumas difíceis. Algumas inesperadas. Algumas dolorosas.
Todas trazendo ensinamentos. E crescimento.
Tem muito mais para mudar. Coisas que eu quero. E é claro que haverá mudanças que não quero e/ou não espero.
Para as mudanças indesejadas ou inesperadas, disponho de cada vez mais resiliência, fluidez, paciência. Vou no fluxo.
Para as mudanças desejadas, disponho de cada vez mais ousadia. E autoconfiança.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Eu e ele

2017.
Ano de Oxum e Oxóssi/Ossanha.
É Oxóssi no candomblé, Ossanha no batuque.
Oxum é Oxum. Senhora minha Mãe.
Oxum rege mais no segundo semestre.
A Oxum aqui foi casada com Ossanha. Teve um Xangô, dois Ogum (um mulher), além de provavelmente dois Oxalá.
Oxum e Ossanha é a combinação perfeita para o dinheiro, a prosperidade. Que seja!

Autossabotagem e autossacrifício

A procrastinação rouba a oportunidade.
Você pode ficar chocado se mantiver um registro exato do tempo que desperdiça em um único dia.
- Napoleon Hill

Nas duas idas pra praia, a procrastinação foi um tema absolutamente presente.
Me vi procrastinando. O livro a ser retraduzido era uma desgraça, ok. Difícil no original, péssimo na tradução. Mas... eu poderia ter feito muito mais rápido. E ter aproveitado a praia. Só que não. Ficava dispersando e relutando, em vez de passar umas seis a oito horas no computador, passava dez, doze. Cheguei a virar uma noite.
No domingo passado, conversando com Flavia, que fez um comentário sobre a mãe dela, tive (mais) um insight. Sobre a relação de minha mãe com o trabalho. Minha mãe sempre trabalhou muito e ganhou pouco. Como eu fiz boa parte da vida.
Nesta semana, o insight desdobrou-se e vi as semelhanças com meu ex-marido. Eduardo é totalmente dispersivo, sofre horrores para concluir seus livros, atrasa tudo, termina em desespero e estresse totais. Alguma semelhança?
O resumo: assimilei o pior de minha mãe e de meu ex-marido na relação com o trabalho. Ao ver isso, vi também que posso, quero e vou mudar. Se não eliminar, vou aprender a manejar esses sintomas. Vou me espelhar nas qualidades positivas de minha mãe e do ex-marido. A resistência e espírito batalhador dela, a criatividade exuberante e a capacidade de ganhar dinheiro dele.
Os dias de autossabotagem e autossacrifício acabaram (ou vão acabar, porque não é assim instantâneo).


Óculos velho novo

Encontrei essa armação na limpeza do meu escritório. Era da minha mãe. Estava inteira.
Na semana passada, levei pra colocar lentes.
Cheguei naquele estágio em que não posso sair de casa sem óculos. E não posso correr o risco de ficar sem óculos pra trabalhar. Então é bom ter dois, um sempre dentro da bolsa.
As lentes que uso custam uma grana. Antirreflexo, antiarranhão. Agora, economizar nas lentes realmente seria a idiotice suprema pra alguém que vive de ler e escrever. E a anta aqui já fez isso. Os óculos anteriores aos atuais eram feitos com lentes chinfrins.


Minha irmã viu essa foto e me achou linda. "E além disso está com aparência alegre, de gente feliz. E magra." Tudo verdade.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Só falta um

Retomei hoje um trabalho que interrompi há meses. Mais do que atrasado - e já pago. Um livro budista, para meu editor mais querido, companheiro de sangha.
Agora é terminar esse e nunca mais cometer os absurdos nos prazos (e em todo o resto). Traduzi pouco hoje, mas traduzi rápido, leve. Curtindo. Fluindo.
 
Escrever aqui diariamente, mesmo quando não tenho ideias e/ou vontade acelera minha habilidade com as palavras em tudo. Exercício sagrado.

Na Citadel, trabalhando na preparação de livro sobre as operações Lava Jato e Mãos Limpas. Trabalho extenuante. 511 notas de fim de texto que exigiram conferência de grafia, de informação e ainda padronização. Misericórdia.
E me preparando pra encarar pela última vez A lei do sucesso, o calhamaço de Napoleon Hill. Dharana começou a montar o livro, e teremos um longo e trabalhoso fechamento. Mas vai ficar bem bom. Minha retradução está boa. Ficará ótima com a última leitura. Dharana está fazendo uma diagramação muito melhor que as originais (como já fez nos outros livros de Napoleon Hill que editamos). Ou seja, vai ficar bom e bonito. :)
 
E hoje teve musculação. E teve mais trabalho à noite.
E teve uma cerveja pra comemorar as coisas boas - entre elas, a Lua cheia linda, linda, linda.
E daqui a pouco já é quinta-feira. E logo mais é sexta, e lá vou eu pra praia. Ver a Lua no mar. Ainda não sei se em Capão ou em Garopaba. Muito em breve, no Rio.
Let it shine.
Lux, the Tigress Dakini, is rising up. High and high.




E lacra a porta


Basicamente, a ideia é essa.
Eu, na minha vida, faço isso. Tranco esse pessoal no meu armário da indiferença, jogo a chave fora e lacro. Faço porque posso. Tenho a boa fortuna de poder fazer.
O lamentável é o quanto sou minoria.
Mais lamentável ainda a vulnerabilidade social de milhões. E a violência que vitima milhares.
Na real, tem muitos homofóbicos que não deveriam ser trancados no armário. Tinha mesmo era que trancar na cadeia.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

22 - Que tão eu

Como esse conhecimento surgiu? Quando? Sabedoria que se perde na aurora da civilização. Que hoje muitos consideram bobagem. Pra mim é fascinante.


DIA 22 = DIA DA PRATICIDADE
O nativo deste dia, como especificado, é tremendamente prático, adapta-se a qualquer tipo de trabalho e para atingir seus objetivos (caso os tenha) é capaz de feitos heroicos. Como tem visão futurista e perfeccionista ao extremo, inúmeras vezes deixa de aproveitar as ocasiões que se lhe deparam no dia a dia. Sendo um ser totalmente independente, tanto em considerar as coisas como as pessoas, despreza os convencionalismos e as tradições, o que normalmente lhe é prejudicial profissionalmente. Ainda com referência ao futurismo do nativo, normalmente não tem grandes ambições materiais e pouco se importa em ganhar ou acumular fortuna e, dessa maneira, está sujeito a muitos altos e baixos durante a vida. Para viver adequadamente, deve manter o equilíbrio entre as emoções e a praticidade. É de certa maneira nervoso, tenso e necessita muito de repouso. Este seu lado negativo, em certos momentos, mostra um certo desequilíbrio emocional, tendendo à intolerância, impaciência, não se entendendo e assim vivendo em constante conflito com os mais próximos. Sendo um duplo 2, também na vida real as coisas tendem a acontecer-lhe em dobro, tanto para o bem, como para o mal, portanto, deve fazer um esforço redobrado para viver construtivamente e em harmonia com toda a humanidade.
O 22 enxerga longe, em vista disso, deve sempre procurar profissões ou ocupações de caráter mais geral e não aquelas de interesse pessoal. Nasceu para a humanidade e em vista disso, tem enorme responsabilidade com seus semelhantes e para que todos os seus dons (que são muitos) possam se manifestar, deve trabalhar como alto executivo, político, escritor de temas universalistas, artista, conferencista ou chanceler. Em vista do seu alto grau de sensibilidade, está sujeito a distúrbios psíquicos, nervosos e também alterações do sistema glandular, principalmente quando reprimem ou lhe frustram seus ideais. Os vícios, principalmente o cigarro e o álcool, são verdadeiros venenos para o seu organismo.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Feliz ano novo, Tigresa

Página virada.
Livro fechado.
Finalmente liquidei o Napoleon Hill gigante.
Não estou feliz. Nem aliviada. Não estou sentindo nada. Ainda.
Acho que não caiu a ficha. Não essa.
Caíram muitas outras nesse final de semana. Minha mãe, com quem sonhei muito nas duas últimas noites, a influência dela em minha relação com o trabalho (e com a vida em geral), coisas que aprendi/herdei e das quais quero me soltar.
Mais um período na praia sem fazer basicamente nada a não ser trabalhar - e procrastinar e dispersar. Mas dessa vez muito menos - muito menos mesmo -, porque finalmente consigo lidar melhor com esses sintomas.

Meu ano novo está começando agora.
Finally a full-fledged tigress.
Happy New Year, Tigress Dakini.

No próximo final de semana, finalmente irei pra praia pra descansar e curtir. Pra celebrar o ano novo.
Bom, vai ter que rolar uma faxina também. E consertos. Talvez até tradução. Mas o clima é outro.


domingo, 8 de janeiro de 2017

Tigrinha à solta na praia

Minhas vindas para Capão estão cada vez mais folclóricas.
Hoje encarei o centro à noite. Fui a pé, pertinho, maravilhoso caminhar por aqui.
Camelódromo, é claro, hehehe.
Cabo pro MP3. Embora já tivesse resolvido a situação, porque o cabo da caixinha de som do notebook é compatível. Que glória! Estou curtindo o novo brinquedo, saio pra caminhar ouvindo música. Há anos que não fazia isso.
Um pau de selfie!!! Hahaha, pra horror da família. Já avisei que faremos muitas fotos com ele. Essa era outra porcaria que eu estava pra comprar há tempos e não me mexia. Já inaugurei a engenhoca. Micão. Como se eu me importasse. Me deem dinheiro, opiniões não quero, obrigada, de nada.
Para completar, outro item que fazia mais tempo ainda que eu cobiçava: um cavoucador de areia pra enterrar o guarda-sol. Rá! Meus problemas acabaram. Nunca enterrei uma guarda-sol na vida. Nunca. Vou estrear devidamente equipada. Oremos pra que a porra do guarda-sol não decole, que não entendo dessas funções de vento e quetais. Vou observar a vizinhança na praia e fazer igual.
E... Négina's. Durante a semana encomendei saias-shorts ou shorts-saias, whatever, tamanho P. Liguei pra lá hoje. E tinham trazido! Ô maravilha. Agora tenho seis lindas peças (uma comprei na semana passada). Inclusive uma onça, é claro. Bem linda a estampa. Nem gosto tanto de onça, é mais pela zoeira.
Encerrei a andança com um papo com Rosa. Amiga caprica. Com ascendente em Capricórnio.
De volta a Napoleon Hill e à Regra de Ouro.
Ouvindo "El Taxi", pancadão latino de Osmani Garcia e Pitbull.
"Ella hace de todo to to to to to."


sábado, 7 de janeiro de 2017

Dakini Tigrinha

Dia findando.
Céu lindo.
Perdi algumas músicas com a limpeza do OneDrive. Entre elas as meditações de Ho'oponopono. Baixei de novo pra escutar enquanto (re)insisto no trabalho.
Procrastinação.
Relutância.
Acima de tudo, obstinação em quebrar velhos hábitos e criar novos.
Ouvindo essa agora, que sempre me emociona (e que já postei aqui, aliás).
Conectada para sempre ao Ho'oponopono.



Águas de janeiro

Be the ocean where I unravel.
Be my only, be the water where I'm wading
You're my river running high
Run deep, run wild

Está tudo escrito nas estrelas.
Neste janeiro, capricórnios estão atraídos pela água. Assim falou Susan Miller.
Acredito, porque estou em Capão. Vontade avassaladora de vir pra praia, independentemente do tempo. Aliás, que bom que o tempo está feio, porque estou trabalhando.
Napoleon Hill. Almost finished.
Ouvindo Lykke Li, "I follow rivers" no repeat enquanto escrevo aqui. Música que para sempre me lembrará Capão, praia, verão. Ouvi aqui pela primeira vez. Ou pela primeira vez em que prestei atenção. Verão de 2014. Já escrevi a respeito. Nunca esquecerei. No carro, janelas abertas, deslizando pela Paraguassu.
Na ocasião, não sabia que "I Follow Rivers" é hino sapatão por causa do chatíssimo Azul é a cor mais quente. Quem diria. Porra (ops!), que filme bem chato. Aquela personagem da Adele não sei das quantas é vomitativa. A outra menos. Mas o filme é chato pra caralho (opa!).
 
Janeiro. Mês de Capricórnio.
Nascida no Rio de Janeiro. No final de dezembro.
Heat.
Sea.
Me.

Sinceramente

Um dia vou agradecer pela decisão. E pela firmeza com que foi mantida.
Um dia serei grata pelo que foi feito para (tentar) se destruir tudo.
Grande cura, remédio amargo.
Um dia vou agradecer por tudo.
Mas esse dia ainda não é hoje.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Campanha pela vida

CADA UM CUIDA DA SUA



Vai me comparar com um feto que depende do MEU corpo e mente? Vai não.
Vai me subordinar a um feto? Vai não.
Vai me julgar pela sua moral? Vai não.
Vai me impor os seus princípios religiosos? Vai não.
Fiz dois abortos. E daí?
Faria de novo.
ZERO arrependimento.
ZERO remorso.
Nem lembro.
Jamais perdi um minuto de sono.
Não reconheço deus, moral ou qualquer coisa que me obrigue a levar adiante gravidez indesejada.
Meu livre arbítrio é inviolável.
Meu corpo, minhas regras.
Não tenho que explicar por que abortei.
Não tenho que justificar nada para ninguém.

Am I clear enough?

Forçação de barra.
Non stop.
Pushing all the fucking fucked limits.
Não tem o que diga.
Não tem desenho que funcione.
Não há silêncio que fale alto o bastante, que seja suficientemente eloquente.
Dá vontade de gritar.
Me erra.
Let go of me.
Que inferno.
Que chatice.
Que coisa perturbadora abrir a caixa de spam e deparar com emails que não são lidos, mas mostram a invasão persistente.
Violação de espaço sutil.
Maior que a impaciência e a fúria é a determinação.
Determinação de ignorar olimpicamente.
De deixar passar pacificamente.
De fechar a mente e o corpo à energia indesejada.
I'm a Capricorn after all.

Aloka

Eita porra.
Só não perco a cabeça esses dias, porque o resto...
Esqueci o pendrive na editora. Tomara que não precise dele e que o notebook salve o Napoleon Hill direitinho.
Consegui perder o cabo do meu MP3 player entre o carro e o apartamento. Sabe deus onde e como. Vsf. Encarar o camelódromo na sexta à noite é too much. O MP3 está sem carga. O resultado é que amanhã terei que correr a seco, sem música. Haja.
A mais de última é que esqueci de pegar os livros do Napoleon Hill pra trazer pra praia! Só não precisei voltar em casa porque tinha outros na editora. Trouxe esses. Bem, tenho o PDF, mas odeio ler original em PDF. Função de trocar tela ou dividir tela me irrita no máximo.
Enquanto listava esses vacilos, acabo de lembrar de outro. Não trouxe boné! Haja protetor solar na cara. Mas esse é o menor dos problemas, até porque o tempo não está assim nenhuma beleza.



quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Sonzim

O pequeno MP3 deu onda. Na real, deu efeito cascata. Para abastecê-lo, repassei a vasta biblioteca do iTunes, descobri que o armazenamento no OneDrive estava uma zona. Mexe daqui, mexe dali, sincronização emperrada, pasta de música no lugar errado. Tive um adp (ataque de pelanca) e deletei tudo. Tudim. Meio sem querer querendo. Aí resgatei o conteúdo do HD externo, e agora a nuvem está certinha.
E eu baixando muita música, hits pra correr.
Hoje mesmo com sonzim o treino foi pífio. 4km e deu. Estava morta de cansaço e sono. De tarde me ativei com muito café e Coca (argh).
Tô só pela praia. E começando a sentir o tranco da partida da filha, que vai embora na semana que vem. Afff. Adoro estar sozinha, morar sozinha. Mas adoro ter a cria aqui comigo, embora a gente mal se veja. Babycat.
Música. Música. Música. Gosto de pancadão. Bassline pesada e pegada.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Atendimentos

Tem que se posicionar como consumidora e tem que exigir um serviço decente.
Pra comprar essa colônia que adoro, precisei de um bocado de tempo e paciência. Ontem pela manhã, na expedição das miudezas, fui na Panvel do Parcão comprar um remédio e perguntei se tinha Tuberosa do Egito. A funcionária disse que não. Como eu tinha que dar mais umas voltinhas na região, passei na Panvel da Padre Chagas. Também não tinha. MAS a funcionária foi pesquisar no sistema onde haveria. E tinha na Panvel do Parcão. Não um, mais dois frascos. Isso a atendente descobriu de esperar mais de 10 minutos pendurada no telefone. E eu ali, plantada. Os resultados disso foram quatro:
1 - Tive que voltar na Panvel da Padre Chagas à tardinha pra pegar os dois frascos; ou seja, a compra da colônia foi uma lenda.
2 - Antes de dormir ontem, resolvi mandar uma reclamação pelo site da Panvel, contando essa novela de perda de tempo por má vontade da primeira atendente e elogiando a atitude da segunda, que foi à luta pra me atender bem.
3 - Hoje às 9h da manhã meu email foi respondido, informando que já estavam tomando providências.
4 - À tarde, a funcionária que me atendeu de forma displicente ontem me telefonou para pedir desculpas e dizer que havia sido erro dela não consultar o estoque.
Campanha pela melhoria do atendimento, da eficiência, da educação. de tudo.



Noite feliz

Brincadeiras na piscina, pizza, banho de espuma na banheira pra finalizar.
Criança é o máximo. Eu gosto delas, elas gostam de mim. Muito divertido e fofo ontem.
Sensacional ver os pequenos ficando à vontade, se soltando. No início estavam chateados e com medo da piscina. Depois foi a maior onda. Bastou participar.




terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Ele me ama, ele me ama

Cheguei em casa às 18h50 ontem, com mil coisas pra guardar, arrumar, limpar. E ele, ah ele... Ele ficou fora de si de feliz. Não tive como parar e dar atenção antes das 22h. E ele ali, o tempo todo na volta, conversando, ronronando, fazendo gracinhas.
Minha amada filha chegou às 21h pra dividir as atenções desse ser amoroso, que inunda meus dias e meu coração de felicidade.