sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

É a isso que me refiro


Faz uns dois meses que venho sentindo coisinhas nos joelhos. Comecei a tomar um composto de glucosamina e condroitina. E estava ok. Treinando quase nada também.
Nesta quarta-feira, acordei com o joelho direito doendo. Doendo mesmo. Difícil movimentar, subir e descer escadas é a treva.
Ontem à noite parti pra solução agressiva. 500mg de naproxeno. Acordei melhor, mas não 100%. E acho que terei que ir ao médico em breve. De momento muito complicado, trabalho pra concluir.
Não sei o que causou essa lesão. Suponho que a combinação de desgaste, exercícios eventuais e... ficar sentada no chão com as pernas cruzadas sem sessões de meditação e ensinamentos. Acho que em algum momento sentei mal e dei uma forçada maior no joelho.
Aí, ontem comecei a ler este livro, que era da Lízia, mas ganhei na terça à noite. E, na introdução e no Capítulo 1, já me identifiquei com o autor. A visão dele da corrida - a preferência pelas longas distâncias, o que busca, o que o motiva, como ele se insere no universo dos corredores -, do envelhecimento, da prática de outros esportes, da vida cotidiana.
De momento minha leitura fora do trabalho será esta.
A leitura budista é o texto do Lama Padma Samten em que estou trabalhando para postarmos no site do Cebb. Transcrição de um comentário durante o retiro de verão.
E agora, enquanto ouço Arthur Rubinstein no Concerto para Piano e Orquestra de Grieg, vou começar a jornada convencional.