sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Os nervos

Não há (ainda) meditação que me estabilize a ponto de manter a serenidade quando o celular toca e vejo que é da clínica de minha mãe. Aconteceu há pouco. Nos segundos que levei para atender, a vertigem, o terror. O sangue gela, é como se descesse todo. E sobe aos borbotões, o coração dispara, a respiração pára, depois volta irregular, é como se eu tremesse toda por dentro, um choque, um calafrio maligno. As pernas amolecem, a cabeça fica totalmente zonza.
E depois a dificuldade para me reorganizar. Me sobressalto de tal maneira que fico à beira de um ataque de choro.
Hoje ligaram para pedir uns cremes que levarei amanhã.