terça-feira, 9 de maio de 2017

Presença

Chega de mansinho.
Geralmente do meio para o fim da tarde.
Muitas vezes ao pôr do sol. Sua presença faz lembrar de vários pores do sol no posto de observação tradicional, a prainha na frente do museu Iberê Camargo. Hoje lembrei de um pôr do sol específico, com chimarrão. Lembrei do colar que eu estava usando, de regata. Das fotos que fiz.
Hoje veio aquela vontade de ir lá pra prainha. Mas não ia rolar pôr do sol. Ainda bem, porque está rolando muita tradução. Não vou mais seguido pra prainha por causa do trânsito. Mas vontade tenho quase todos os dias. É eu estar aqui na minha mesa, e o céu começar a alaranjar, e já me transporto.