sábado, 23 de setembro de 2017

Haja mais paciência


Hoje foram 25km. (Teve 1km antes do longão, parei pra ajustar os tênis.) As unhas pouco incomodaram. MAS... agora estou com o dedinho do pé esquerdo machucado, sei lá o que houve, imagino que tenha sido um sapato que deu uma leve apertada nele nesta semana. Bem, já que estou escrevendo a respeito, fui examinar. A unha está roxa (mais uma!) e tem uma microbolinha perto dela. É essa bolinha que dói por encostar no dedo ao lado. Ninguém merece. Meus pés viraram alfenins. Aliás, quando fui tomar banho, vi que estava com os dois pés avermelhados nas laterais internas na região do calcanhar e da almofada dos dedões. Pelo menos isso não doeu.
Corri com o Wave Creation. Que é ótimo. Os tênis novos estão ajudando a não agravar a situação crítica dos meus dedos. E cortei as unhas o mais rente possível para reduzir a zona de contato delas. Acho que isso ajuda também. O negócio é ter coragem de cortar as unhas no estado em que estão. Aquele medo de senti-las frouxas. Felizmente ainda não, porque unhas frouxas me afrouxam as pernas. Terror horror da sensação, hahaha.
Além da paciência com os problemas nos pés, precisei de paciência pra fechar os 25km. Muito, muito tempo correndo. Dá um certo tédio. Chega nos 10k, faltam 15km. Quando cheguei nos 12,5km fiquei animada: metade. E 12km é moleza. Mas depois já ficou chato de novo. Com 15km tinha mais 10km pela frente, é chão, é tempo. Fecha 18km e ainda faltam 7km! (Aí fico me distraindo com a ideia: tá, 7km é um trote, um aquecimento.) Nos 20km eu estava mais de saco cheio do que cansada hoje. Mas aí foi aguentar o tranco e fechar. E estar mais de saco cheio do que cansada não significa que eu estivesse pouco cansada. Estava bem cansada, e a velocidade caiu nos kms finais. Eu saí pra treinar cansada. As pernas estavam menos doloridas, mas ainda não 100%. Terminei a corrida com coxas travadas. Chegando em casa, pancadão no iPod, dancinha da vitória. Sem chão, porque não havia como flexionar as pernas.