sábado, 26 de novembro de 2016

12, 13, 16?

Mais uma. Lindíssima, dissemos quase em uníssono eu e Laura, minha irmã, pra quem contei e mostrei em primeira mão. (E eu disse lindíssima porque é uma palavra que ela usa.)
Ideia da Carla, que ia fazer também, mas desistiu - pelo menos por enquanto. Celebração de ano novo. O dela, que já começou, e o meu, a começar em breve. Quem escolheu o desenho foi ela. Das coisas mágicas da vida cheia de méritos de Lúcia Brito. Mandei um link com imagens de mandalas de flores pra Carla. Eu estava pensando em algo totalmente diferente, bem mandala mesmo, uma flor em círculo. Em preto e sombreado. Foi ela que viu essa ideia, com cor. Encaminhei pro Jean Etienne, que fez um desenho a partir da referência. Hoje mesmo. Rapidinho, no balcão do estúdio.
Eu sabia que queria colocar perto do Ho'oponopono. Mas, como sempre, foi ele quem definiu o tamanho, o posicionamento, o colorido, tudo. O resultado? Perfeito. Minha nova flor emoldura o Ho'oponopono. Não parecem duas tatuagens. Então, não dá pra dizer que sejam 13. Continuam 12, hehe.
Se fosse pra contar isoladamente, na verdade seriam 16.
O Love são duas, de dois tatuadores diferentes. O mantra OM em sânscrito e as letras L-V-E, adicionadas anos depois. (As letras vieram neste ano. O OM nem lembro quando foi, tampouco sei quem foi o tatuador.)
O Mani do antebraço esquerdo veio muito antes dos Olhos do Buda que o complementam. (Ah! Os Olhos do Buda foram o primeiro trabalho do Jean Etienne no meu corpo.)
Lux e a estrelinha também não foram tatuadas de uma vez só. (Foi no mesmo estúdio, mas Lux é do Hugo, a estrelinha é do Jean, que também retocou o L.) Nem sequer havia a ideia. Fiz Lux, minha primeira tatuagem compartilhada com Carla. (E minha primeira tatuagem do segundo semestre de 2016.) A estrelinha veio depois, em um intervalo mínimo neste ano de muita arte e cor. Que ainda não terminou. :)