sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Não estou conseguindo lidar


Cheguei do trabalho e tive que tomar um rivotril. A caminho de casa, engatei num balanço dos acontecimentos. E saí da casinha e do terreno. É tudo tão do caralho que mal consigo aguentar.
É uma cascata.
O trabalho é espetacular. Hoje chegou o livro em que estreei na editora, e meu ex-marido talentoso, generoso e maravilhoso disse que vai olhar e ajudar na divulgação, interessado pelo assunto e por saber o quanto ralei. E ele sabe o quanto eu sou foda na preparação final de livros. Já fiz vários dele, pra alegria geral de todos os envolvidos. Porque eu faço acontecer - e acontecer bem pacas. Aliás, é graças ao Eduardo que não apenas me tornei tradutora como preparadora de livros. E ser reconhecida por ele significa.
Pra completar, recebo WhatsApp do meu publisher elogiando meu trabalho e dedicação e dizendo que está gostando muito de me ter na editora. E eu totalmente feliz e realizada lá, com umas colegas que são o maior barato.
Outro publisher me procurou pra saber como eu andava - e a quantas estava a tradução de um livro budista que ele já pagou. Contei dos acontecimentos recentes, e combinamos um prazo, e ele, como sempre, foi totalmente compreensivo e solidário.
Voltei a treinar essa semana. E estava pensando que tinha que trocar o treino. Chego na academia hoje e encontro um professor que, além do maior queridão, é competente. Já acertamos a consultoria mensal de musculação. Agora falta o treino de corrida, que certamente vai ser resolvido em breve.
Tô pesando 55kg, quero ficar por aí, só músculo. O novo cabelo está maravilhoso, fica (des)arrumado de qualquer jeito. Nessa época do ano adoro passar creme no corpo, a pele fica hidratada e ainda mais macia do que o habitual. Carinho comigo mesma.
Na semana passada tive um estranhamento com uma amiga. A coisa estava ficando tensa, e eu pensando em como aparar as arestas antes que uma amizade de alma acabasse abalada. Tudo se ajeitou. A amizade prossegue, mas em novo formato pra evitar distorções.
Fui jantar com outra amiga querida, colocamos os assuntos em dia. E vamos tentar manter mais contato agora que minha vida está mais organizada - e a dela também.
Lelo tirou os pontos e de momento está ótimo. Pingando xixi, minha cama fica um caos, mas foda-se. Ele está feliz, brincalhão, gordinho, com pelo lindo. É só o que importa.
Sr. Darci, o melhor zelador do mundo, conseguiu uma pessoa para limpar meu apartamento. E outra pra limpar a piscina.
Hoje vou sair com amigas do meu novo círculo.
E amanhã... uau! Meu ex-cunhado chega pra passar uns dias aqui. Irmão, parceiro. Um casal queridíssimo de amigos vem de Gramado e vai me "visitar" no estúdio de tatuagem, onde passarei a tarde fazendo mais uma flor de flamboyant da tattoo da minha vida. Eu estou positivamente louca por causa dessa tattoo. E já tive ideia pra uma outra, talvez fechar uma manga com pontilhismo em torno da tatuagem do Ho'oponopono.
Todo dia acontece uma série de coisas boas, grandes e pequenas.
Me alinhei com a energia da abundância, da felicidade, da alegria. O universo me dá tudo que peço. Olhar pra isso me deixou zonza hoje. Depois do rivotril e de pôr algumas das percepções por escrito, sigo voando como um G-6, mas já ambientada com a altitude e a velocidade.