sábado, 24 de setembro de 2016

Um nome, duas grandezas



Depois da vertigem no início da noite de ontem, aplacada com rivotril, rolê no Venezianos.
Cerveja, risadas, música, dança.
Eu sendo eu. Na minha. Faceira.
E de repente uma nova onda no meu mar emocional. Totalmente inesperada. Ela surgiu do nada e me levou adiante no caminho de luz que estou seguindo.
O universo me mostrou o velho e o novo ao mesmo tempo.
Não escolhi entre uma coisa e outra.
Eu vi que o velho não tem mais nada a ver. A Lúcia que eu era não existe mais. A Lúcia que sou agora não tem mais os antigos interesses. E, acima de tudo, não tem mais os antigos padrões de ação e reação. Game over.
Lux não está pra jogo. Lux está para amar, para luzir, para o mar.
Lux é luxo.