segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A saber


De momento, creio que de ninguém. Muito bom. :)
Bom porque estou próxima e ao alcance de todas as pessoas que querem manter-se em contato. Estou presente onde e quando me querem presente. (As redes sociais ajudam.)
Não me considero saudade de quem sente saudade de alguém que eu nunca fui. Porque essa saudade não é de mim. É de projeções e fantasias. Também não considero quem sente saudades de pedaços de quem eu sou. Não existe uma versão editada de mim, não estou disponível em pedaços. E não estou disposta a participar de fantasias ou me adequar a concepções alheias sobre quem sou ou deveria ser.
Quem é a minha saudade? Quem me ajudou a encarar as minhas projeções e fantasias. Quem eu aprendi a aceitar por inteiro, como é.